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terça-feira, 19 de março de 2013

Escolas particulares adotam os livros digitais


Quais são as vantagens para professor e aluno?

CAMILA GUIMARÃES E AMANDA POLATO

TOQUE AIunos do ensino médio da Escola Internacional de Alphaville usando seus tablets. A aula de química ficou mais interessante (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
A agitação dos alunos é a mesma de todo início de aula, em qualquer escola e em qualquer turma de garotas e garotos com seus 15 anos. Embalados pelo calor de uma tarde de fevereiro, falam alto e dão risadas. Como sempre, o professor gasta preciosos minutos da aula para acalmar o grupo, usando frases que soam familiares. “Vamos sentando, pessoal”, “Por favor, a aula vai começar”, “Gente, vamos lá, silêncio”. Aos poucos, o volume da conversa diminui, eles se sentam, tiram o material das mochilas. É quando chega aquele momento em que se espera ouvir outra frase-padrão: “Peguem seus livros e abram na página tal”. Em vez disso, Adalberto Castro, que ensina química para o ensino médio, pede a seus alunos que abram seus tablets. “Baixem os aplicativos Chemical e PSE”, diz. “Vamos usá-los nesta e na próxima aula.” A partir daí, as coisas começam a parecer um pouco diferentes do que numa aula tradicional sobre moléculas.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Em Itaquaquecetuba, biblioteca de escola está guardada em armários há 5 anos

Os alunos da escola estadual Maurício Alves Braz, no Jd. Maragogipe, em Itaquaquecetuba, Grande São Paulo, contam com uma biblioteca improvisada desde que um incêndio em 2008 reduziu a cinzas os livros da instituição. Desde então, os estudantes encontram dificuldades para fazer as pesquisas solicitadas por professores.

Para amenizar a situação, a diretoria improvisou e colocou os livros em três armários antigos de escritório. Os estudantes podem emprestar títulos sobre temas como história, entretenimento e literatura por um prazo de 15 dias. Porém, o serviço não está disponível em todos os horários.
Matéria completa em: http://goo.gl/TLFrq

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pelo menos 120 escolas não têm bibliotecas em Campina


Falta de espaço físico é um dos problemas que impedem o funcionamento do servço.



(Ilustração)

Há quase 3 anos, uma lei federal foi implantada no Brasil para obrigar a criação de bibliotecas nas escolas públicas e privadas. A expectativa é de que em 2020 todas as unidades de ensino ofereçam o serviço. 

Apesar da importância do instrumento, 120 escolas estaduais das 141 da região de Campina Grande não possuem bibliotecas. De acordo com a gerente da 3ª Região de Ensino, Terezinha Figueiredo, a falta de espaço físico é um dos problemas que impedem o funcionamento do serviço.A Lei Federal 12.244/10, publicada no dia 24 de maio pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informa, em seu artigo terceiro, que os sistemas de ensino do país deverão desenvolver esforços progressivos para que a universalização das bibliotecas escolares seja efetivada num prazo máximo de dez anos, respeitando inclusive a profissão de bibliotecário. A lei também diz que será obrigatório um acervo de livros na biblioteca de, no mínimo, um título para cada aluno matriculado.

De acordo com a gerente da 3ª Região, que compreende 41 municípios próximos à Campina Grande, as 21 escolas estaduais que possuem bibliotecas se encontram, em sua maioria, no município sede da gerência. “São as escolas maiores em tamanho e número de alunos. Aquelas que se localizam em municípios menores e que não têm muito mais de 100 alunos, não possuem equipamentos como a biblioteca. Infelizmente, estas escolas também não possuem muito espaço físico para que possam ser ampliadas e implantados os equipamentos. Vamos ter uma reunião quinta-feira (amanhã), com o intuito de criar projetos e verificar a situação de todas as escolas”, disse.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Apenas 32,3% das escolas públicas do Ceará têm biblioteca


A situação do estado do Ceará é melhor que a média do país. Das 7.262 escolas da rede pública cearenses 2.351 possuem biblioteca
Cerca de 72,5% das escolas da rede pública não possuem biblioteca no Brasil. A média nacional foi divulgada pelo Censo Escolar 2011. O número, além de ruim, descumpre a Lei 12.244, que estabelece a existência de um acervo de pelo menos um livro por aluno em cada instituição de ensino do país, tanto de redes públicas como privadas.
Na rede pública, apenas 27,5% das escolas têm biblioteca atualmente, sendo necessário construir 130 mil bibliotecas até 2020, no Brasil, para cumprir a determinação.
A situação do estado do Ceará é melhor que a média do país. Das 7.262 escolas da rede pública cearenses (com gestão municipal, estadual e federal), 2.351 possuem biblioteca. Ou seja, 32,3% das escolas públicas no Ceará possuem bibliotecas. Já 67,7% das escolas não possuem o ambiente físico. Mesmo assim, a média é melhor que a de São Paulo, onde 85% das escolas não têm esse espaço.
Dados por escola
Ceará está acima da média nacional, mas ainda abaixo dos 50%
Ceará está acima da média nacional, mas ainda abaixo dos 50%
Dos 675 colégios estaduais, geridos pelo governo do Ceará, 560 possuem biblioteca, num total de 82,9%, de acordo com a Secretaria da Educação (Seduc). Já das 18 escolas públicas federais, geridas pelo governo federal,14 possuem bibliotecas, com quase 80%.
Mas quando se fala em escola municipais, geridas por cada prefeitura local, o número é ruim. Das 6.569 escolas municipais, em todo o estado, só 1.777 têm um lugar para a leitura, resultando em 27% (número equivalente à média nacional). Somente em Fortaleza, segundo a Secretaria Municipal de Educação (SME), são 311 escolas (excluindo-se creches), e dessas, 265 possuem biblioteca, num total de 85,2%.
De acordo com a presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação do Ceará (Sindiute), Ana Cristina Guilherme da Silva, as bibliotecas são importantes para a formação da sociedade em geral, e não só dos alunos.
“Não é um resultado satisfatório. É exatamente a ausência ou insuficiência de livros e bibliotecas nas escolas. Recebemos o resultado da pesquisa muito preocupados, não deveria ter nenhuma escola sem livros. A gente entende que há obrigatoriedade da biblioteca e temos informação de escola sem biblioteca. Falta mesmo uma política de biblioteca e de aquisição de livros, em que os alunos sejam consultados para saber qual faixa etária e qual assunto de interesse”, ressaltou.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Marista inova com programa estratégico de bibliotecas


O Programa Estratégico de Revitalização das Bibliotecas Escolares do Marista é um trabalho modelo em bibliotecas escolares. Reconhecido internacionalmente com o prêmio Da Vinci Huis – IASL, em 2011, o objetivo da iniciativa é criar espaços tecnológicos contemporâneos para formar estudantes no hábito da leitura, da busca e uso da informação ao longo da vida.

Matéria completa em: http://goo.gl/AzTSx

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Em 72,5% das escolas não há biblioteca; lei prevê obrigatoriedade até 2020


O Brasil precisa construir 130 mil bibliotecas até 2020 para cumprir a Lei 12.244, que estabelece a existência de um acervo de pelo menos um livro por aluno em cada instituição de ensino do País, tanto de redes públicas como privadas. Hoje, na rede pública, apenas 27,5% das escolas têm biblioteca.

Para equipar todas as 113.269 escolas públicas sem biblioteca, seria necessária a construção de 34 unidades por dia, segundo um levantamento realizado pelo movimento Todos Pela Educação com base no Censo Escolar 2011. O estudo também faz uma comparação com números do Censo 2008 e mostra que, mesmo as escolas construídas nos três anos seguintes (foram 7.284 novas unidades) não contemplam o espaço: apenas 19,4% dessas novas instituições têm biblioteca.

Os Estados mais carentes são os das Regiões Norte e Nordeste, que tradicionalmente têm infraestrutura escolar precária, com escolas que chegam a funcionar em construções sem energia elétrica e saneamento básico. Na rede municipal do Maranhão, por exemplo, só 6% das escolas têm biblioteca.
O que destoa da lista, no entanto, é o aparecimento do Estado de São Paulo com um dos piores resultados do ranking, com 85% das unidades de sua rede pública (escolas estaduais e municipais) sem biblioteca. São 15.084 unidades sem o equipamento.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Palavra de Conselheiro | Publicado os anais do 1º Fórum de Pesquisa em Biblioteca Escolar


Imagem: Reprodução

Os encontros científicos são peças fundamentais no processo de comunicação científica e atualização profissional. Neles os bibliotecários podem atuar como organizadores, ouvintes e/ou palestrantes, sejam em palestras, mesas redondas ou conferências, em apresentações de trabalhos na modalidade pôster ou oral, relatando e divulgando suas pesquisas, teorias e práticas profissionais.

A publicação dos trabalhos e dos principais temas discutidos é feita por meio dos anais, que podem ser publicados em diversos formatos, impresso e digital.

Nos dias 24 e 25 de maio deste ano foi realizado o 1º Fórum de Pesquisa em Biblioteca Escolar na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, promovido pelo Grupo de Estudos em Biblioteca Escolar (GEBE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O tema era a pesquisa científica e de extensão com foco em biblioteca escolar; a formação profissional do bibliotecário escolar e o registro do conhecimento. No evento estavam presentes profissionais, pesquisadores e representantes de entidades de classe, nacionais e internacionais.

Recentemente foram publicados os anais do evento no site do GEBE. Os textos presentes no documento mostram as temáticas debatidas e discutidas durante os dois dias do evento, relatando as ações de instituições acadêmicas, órgãos públicos e movimento associativo. São elas: formação de discentes, educação continuada (cursos de especializações: presencial e a distância), produção de publicações (revista científicas) e de bibliografias (locais e gerais), ações de extensão, relatos de grupos de pesquisas (acadêmicos e profissionais), desenvolvimento e implementação de redes de bibliotecas escolares e avaliação de políticas públicas.

Além desse evento, o GEBE, desde 1998, vem contribuindo positivamente para o desenvolvimento de pesquisas, realizações de eventos, apresentações de trabalhos em encontros estudantis e profissionais e publicações de livros e outros documentos relacionados à temática biblioteca escolar. Destacamos os seguintes: I e o III Seminário Biblioteca Escolar; os livros “Biblioteca escolar: conhecimentos que embasam a prática”, “Como orientar a pesquisa escolar: estratégias para o processo de aprendizagem” e “Como usar a biblioteca na escola: um programa de atividades para o ensino fundamental”; e o documento “Biblioteca escolar como espaço de produção do conhecimento: parâmetros para bibliotecas escolares”.

Para saber mais informações sobre o GEBE e suas iniciativas ligadas a bibliotecas escolares, como a base de dados LIBES (Literatura Brasileira em Biblioteca Escolar), outras publicações e trabalhos apresentados e eventos científicos visite o site do grupo de pesquisa: http://gebe.eci.ufmg.br/

Hugo Oliveira (CRB-6/2938)
Coordenador da Comissão de Divulgação do CRB-6
Fonte: http://blog.crb6.org.br

Biblioteca e Brinquedoteca escolar - FEBRACE 2010

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Acervo de 360 obras chegará a 85,2 mil escolas no próximo ano


Portaria da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, publicada na segunda-feira, 29, divulga o acervo de 360 obras selecionadas para o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) para 2013. Os livros serão distribuídos a 85,2 mil unidades de ensino públicas federais e das redes de ensino municipais, estaduais e do Distrito Federal. O PNBE de 2013 atenderá 12,3 milhões de alunos do ensino fundamental e 7,4 milhões do ensino médio. Do total de instituições atendidas, 50,5 mil oferecem matrículas a estudantes dos anos finais (sexto ao nono) do ensino fundamental e 34,7 mil a alunos do ensino médio. Serão distribuídos três acervos distintos, com 60 títulos cada um — 180 títulos no total para os anos finais do ensino fundamental e a mesma quantidade para o ensino médio. [...] O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prevê orçamento de R$ 75 milhões para aquisição e distribuição das obras.
Fonte: PublishNews

[A lista dos livros está no DOU Nº 209, segunda-feira, 29 de outubro de 2012]

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Lançamento de livros


DIRETRIZES DA IFLA PARA BIBLIOTECAS PÚBLICAS. Federação Internacional de Associações de Bibliotecários e Bibliotecas (IFLA). Tradução: Antonio Agenor Briquet de Lemos. Brasília, DF: Briquet de Lemos / Livros, 2012. 164 p

A International Federation of Library Associations and Institutions (IFLA), ou, em português, Federação Internacional de Associações de Bibliotecários e Bibliotecas, há quase 40 anos, em 1973, publicou a primeira edição de Standards for public libraries. Em 1986 surgiu a IFLA Guidelines for public libraries.
Nova mudança ocorreu em 2001, com o aparecimento da primeira edição do que passava a ser uma nova publicação: The public library service: the IFLA/UNESCO guidelines for development.
O livro agora publicado pela editora Briquet de Lemos, é a tradução da segunda edição da obra acima, cujo original foi publicado em 2010.
OFAJ

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Campanha Eu Quero Minha Biblioteca

Campanha pela efetividade da Lei 12.244/10. Em março de 2010, a sanção da Lei 12.244/10 garantiu um direito inalienável: até 2020 todas as instituições de ensino do país, públicas e privadas, deverão ter biblioteca. Sua efetividade, portanto, tem de ser tratada como prioridade nacional.

Link:
http://www.euquerominhabiblioteca.org.br/

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Especialização em Gestão de Bibliotecas Escolares, em Portugal

Estão abertas inscrições para o Curso de Especialização em Gestão de Bibliotecas Escolares, do Instituto Politécnico do Porto (IPP), até o dia 14 de setembro. A Especialização destina-se preferencialmente a candidatos que estejam qualificados profissionalmente para a docência ou que tenham prática de ensino, e que desejam atuar na área de Bibliotecas escolares. Para mais informações: http://www.eseig.ipp.pt/eseig/index.php/pt/cursos/pos-graduacoes/gestao-de-bibliotecas-escolares.

Ler mais: http://www.deolhonaci.com/news/especializa%c3%a7%c3%a3o-em-gest%c3%a3o-de-bibliotecas-escolares%2c-em-portugal1/

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Centro Cultural Piollin inaugura Biblioteca

Como parte das comemorações dos 35 anos de fundação do Centro Cultural Piollin neste ano de 2012, será inaugurada nesta sexta-feira, 03 de agosto, às 14h, sua biblioteca. O Centro Cultural Piollin é uma Organização Não-Governamental, que desenvolve ações educativas no campo da arte e cultura voltadas para crianças, adolescentes e jovens do município de João Pessoa, Paraíba. Confira a notícia completa: http://www.piollin.org.br/2012/07/centro-cultural-piollin-inaugura.html

Ler mais: http://www.deolhonaci.com/news/centro-cultural-piollin-inaugura-biblioteca/

domingo, 22 de julho de 2012

Leitura e fontes de pesquisa ainda é realidade distante


Em Crateús (CE), por nunca terem tido acesso a livros e internet, muitos alunos nem sentem falta desses recursos
Sala de leitura no Município de Crateús, na localidade de Jardim (Foto: Silvania Claudino)
Sala de leitura no Município de Crateús, na localidade de Jardim (Foto: Silvania Claudino)
Crateús. No Interior do Ceará, o acesso à leitura e fontes de pesquisa ainda é uma realidade distante para muitos professores e alunos. Bibliotecas são equipamentos raros, até na sede, quanto mais na zona rural.
Neste Município, das 35 escolas existentes na zona rural, 15 possuem espaço para leitura, as chamadas “Salas de Leitura”, consideradas como mini bibliotecas ou ainda acervo bibliográfico, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Educação. São cerca de 5.637 alunos matriculados nestas unidades escolares da zona rural.
Na Escola de Cidadania Maria Bezerra de Melo, localizada na localidade de Cabeça da Onça, a mais distante da sede do Município, os professores e os quase 250 alunos têm acesso limitado a fontes de pesquisa. A única fonte são os livros didáticos, algumas revistas e livros paradidáticos. Não tem sala de leitura. A internet também ainda não chegou. Professores se ressentem da dificuldade em desenvolver algumas atividades diferenciadas para os alunos. 72 quilômetros separam a localidade da sede, empecilho para a pesquisa na Biblioteca Pública da cidade ou lan houses.
“Sentimos falta de material de pesquisa e internet. Quando precisamos, vamos buscar fontes em Crateús ou em Novo Oriente, que é mais próximo daqui”, ressalta a professora Geicy Ribeiro, que leciona na escola. Segundo ela, a maioria dos alunos sente falta de um espaço com livros e acesso à internet, mas muitos não se ressentem da lacuna, pelo simples fato de nunca terem tido acesso a essas fontes. “Como não conhecem, então não sentem falta”, destaca.
Critério
O critério para a implantação das Salas de Leitura é o número de alunos, de acordo com a Secretaria. E nas escolas que não existem o espaço se deve ao pequeno número de alunos, menos que uma centena ou porque são classificadas como anexo das escolas maiores, geralmente com apenas uma sala em funcionamento. Para as escolas que não possuem o espaço de pesquisa e leitura, a Secretaria tenta suprir a carência com o envio sistemático de livros.
Pesquisa
Nas 15 escolas que contam com o equipamento, que são as escolas maiores, o acervo atende às necessidades de pesquisa dos estudantes, assim garante a Secretaria. A Escola de Santa Rosa, na localidade de Jardim, é exemplo no Município da existência do equipamento, da boa utilização e resultados. Vários projetos de leitura são desenvolvidos na unidade, voltados para a leitura. Sendo, inclusive, premiada como Escola Nota Dez.
Na maioria dos estabelecimentos de ensino o acervo é atualizado anualmente e há projetos de implantação em mais escolas, dependendo do número de alunos em 2013.
“Os números mostram que precisam ser implantados mais espaços de leitura e pesquisa, mas nas que existem são satisfatórios. Onde não tem e faz falta e enviamos livros e material periodicamente”, garante Cleonice Monteiro, coordenadora pedagógica da Secretaria Municipal. A técnica cita também os laboratórios de informática existentes em grande parte das escolas, que minimizam a carência de bibliotecas. Os alunos fazem pesquisas via internet.
Desafio
De acordo com a técnica, outra estratégia utilizada pela gestão municipal na tentativa de suprir a lacuna é a compra de livros na Bienal, que acontece anualmente no Estado. Os exemplares são adquiridos e distribuídos para todas as escolas, especialmente para as que não possuem acervo bibliográfico.
Outro desafio é chamar a atenção dos estudantes para o hábito da leitura, que pode ser prejudicada com a crescente utilização somente da internet como fonte de pesquisa.
De acordo com a educadora, nas escolas que possuem laboratório de informática os estudantes utilizam muito a internet como fonte de pesquisa. “Os que dominam bem a rede pouco utilizam os livros e os professores recebem formação e acompanhamento da Secretaria para a orientação nesse aspecto, definindo bem as duas fontes. A internet destina-se a pesquisas e a biblioteca para leituras”, frisa Cleonice.
Espaços
“Os números mostram que precisam ser implantados mais espaços de leitura e pesquisa”
Cleonice Monteiro
Coordenadora pedagógica da Secretaria
Informações
Secretaria Municipal de Educação de Crateús
Centro Administrativo – Rua Cel. Totó, S/N
Telefone:  (088)3692-3311
Fonte: Diário do Nordeste | Silvania Claudino

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Encontro Nacional de Bibliotecários de IES e escolares

No dia 30 de agosto a cidade de São Paulo sediará o IV Encontro Nacional de Bibliotecários de Instituições de Ensino Superior e o IV Encontro Nacional de Bibliotecários Escolares, no Hotel Park Inn Ibirapuera. Os eventos abordarão temáticas como aprendizagem do aluno do século 21, leitura em ambientes digitais, competências em informação, indicadores no desenvolvimento de coleções, além de trocas de experiências e casos bem sucedidos. Confira a programação em: http://www.humus.com.br/eventos/enb/index.htm

Ler mais: http://www.deolhonaci.com/news/encontro-nacional-de-bibliotecarios-de-ies-e-escolares/

Bibliotecas escolares: livros tão, tão distantes das mãos dos alunos


Dificuldades no acesso à biblioteca (Foto: Reprodução)
Dificuldades no acesso à biblioteca (Foto: Reprodução)
Baixo investimento na implantação e na manutenção das bibliotecas escolares atrapalha o incentivo à leitura no país
Somos um país que lê pouco. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, em São Paulo, a média anual por pessoa é de apenas quatro livros e a maioria deles é indicada pelos professores. O dado é alarmante, sobretudo porque o cálculo também inclui os didáticos. Mas o problema é ainda maior… Os brasileiros não estão sendo seduzidos para a leitura, e 61% das crianças e dos jovens em idade escolar dizem ler apenas por obrigação.
Esse triste retrato reforça o papel fundamental da escola na mudança do cenário. O Censo Escolar de 2010, no entanto, constata que infelizmente não estamos no caminho correto: apenas 35% das unidades de Ensino Fundamental têm biblioteca (veja o gráfico). A ausência desse espaço se justifica pela falta de prioridade dos gestores públicos, apesar da existência de várias orientações legislativas.
O primeiro Plano Nacional de Educação (PNE) previa que em cinco anos todas as escolas deveriam possuir uma biblioteca. De 2000, quando ele foi aprovado, para 2005, os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) mostram que, em vez da ampliação, houve a redução de 52.783 para 48.479 estabelecimentos com espaços dessa natureza.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Edmir Perrotti: “Biblioteca não é depósito de livros”



Edmir Perrotti (Foto: Exame.com)
Edmir Perrotti (Foto: Exame.com)



Idealizador de redes de leitura em escolas diz que é função do educador ajudar os estudantes a processar as informações do acervo.

Desafios como a criação do hábito da leitura entre crianças e adolescentes, as novidades tecnológicas, a ampliação do acesso ao ensino e a sofisticação do mercado editorial levaram o professor Edmir Perrotti a uma nova concepção de biblioteca escolar e de seu papel pedagógico.

Com formação em Biblioteconomia – área que combinou com seu interesse em Educação -, ele é docente da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, conselheiro do Ministério da Educação para a política de formação de leitores e autor de livros infantis.

Perrotti orientou a implantação de redes de bibliotecas inovadoras nas escolas municipais de São Bernardo do Campo, Diadema e Jaguariúna, no estado de São Paulo. Nessas estações de conhecimento, como ele prefere chamá-las, a aprendizagem é estimulada pela presença de suportes tecnológicos, como o computador e a televisão.

terça-feira, 17 de julho de 2012

CFB inicia movimento em defesa da Lei da Biblioteca Escolar


Por De Olho na CI

O Conselho Federal de Biblioteconomia iniciou movimento, conclamando todos os bibliotecários e a sociedade a manifestarem-se contra o Projeto de Lei da Câmara (PLC) n. 28/2012, de autoria do Deputado Federal Sandes Jr. (PP/GO) que está tramitando no Senado Federal. O PLC n. 28 altera a Lei n. 9.394, de 20/12/1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), para instituir a obrigatoriedade de criação e manutenção de bibliotecas escolares em todas as instituições públicas de ensino. Ao inserir na LDB os artigos 27-A e 27-B, a proposta legislativa exclui as bibliotecas escolares da rede particular de ensino e viabiliza para o empregador a possibilidade de contratar um bibliotecário para atuar em mais de uma biblioteca sem definir o número máximo de estabelecimentos que um profissional poderá atuar. É possível, diante o exposto, afirmar que tal PLC, além de ferir o direito de informação de toda cidadania brasileira, altera de maneira definitiva a Lei n.12.244/10 que se configurou em uma grande conquista para a área. Veja a nota do CFB em: http://www.cfb.org.br/pop-up/Nota_Biblioteca_Escolar.pdf
Fonte: http://www.deolhonaci.com/news/cfb-inicia-movimento-em-defesa-da-lei-da-biblioteca-escolar-/


Fonte: http://blog.crb6.org.br

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Especialização em Gestão de Bibliotecas Escolares, em Portugal

Estão abertas inscrições para o Curso de Especialização em Gestão de Bibliotecas Escolares, do Instituto Politécnico do Porto (IPP), até o dia 9 de Julho. A Especialização destina-se preferencialmente a candidatos que estejam qualificados profissionalmente para a docência ou que tenham prática de ensino, e que desejam atuar na área de Bibliotecas escolares. Para mais informações: http://www.eseig.ipp.pt/eseig/index.php/pt/cursos/pos-graduacoes/gestao-de-bibliotecas-escolares.

Ler mais: http://www.deolhonaci.com/news/especializa%c3%a7%c3%a3o-em-gest%c3%a3o-de-bibliotecas-escolares%2c-em-portugal/

terça-feira, 3 de julho de 2012

SEDUC-MT realiza ações para promoção das bibliotecas escolares


A Secretaria de Educação do estado do Mato Grosso, em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso 
(UFMT), desenvolveu e encaminhou às escolas um caderno de orientações para o uso da biblioteca escolar,
 está implantando nas unidades escolares um software de gerenciamento do acervo das bibliotecas e planeja
 ações de capacitação para os funcionários que atuam nas bibliotecas. Confira a notícia completa em:


Ler mais: http://www.deolhonaci.com/news/seduc-mt-realiza-a%c3%a7%c3%b5es-para-promo%c3%a7%c3%a3o-das-bibliotecas-escolares/