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segunda-feira, 27 de maio de 2013

IX Feira das Editoras Universitárias do Rio de Janeiro


Vem aí a IX Feira das Editoras Universitárias do Rio de Janeiro
3 a 7 de junho, das 10h às 18h, no campus da UFRJ, na Praia Vermelha

Idealizada pela Editora UFRJ, a Feira contará com a participação das editoras da UFF, UERJ, UFRRJ e FIOCRUZ e oferecerá livros de todas as áreas do conhecimento com 50% de desconto.

No dia 3, às 18h, será lançado do livro A prova de redação e o acesso à UFRJ, histórias e desdobramentos, do professor Marcelo Macedo Corrêa e Castro, pela Editora UFRJ, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH).

O campus da Praia Vermelha, que fica na Av. Pasteur, 250 – Urca.

Fonte: UFRJ.

sábado, 6 de abril de 2013

As 54 maiores editoras do mundo – e as brasileiras entre elas


Ranking da Rüdiger Wischenbart Content and Consulting traz as empresas do setor que faturam mais de 150 milhões de euros
Editoras do Brasil tiveram faturamento maior, enquanto vendas no mundo caíram  (Foto: Egberto Nogueira/Veja)
Editoras do Brasil tiveram faturamento maior, enquanto vendas no mundo caíram (Foto: Egberto Nogueira/Veja)
Apenas três editoras brasileiras, Abril Educação, Saraiva e FTD, estão na lista das 54 maiores editoras em faturamento do mundo, segundo o ranking da consultoria Rüdiger Wischenbart Content and Consulting. A lista traz as companhias da indústria de livros que vendem mais de 150 milhões de euros por ano (o equivalente a 200 milhões de dólares) – a maioria com vendas de livros didáticos.
O ranking com os números de 2011 comparados com os de 2010 é o mais atualizado do setor e mostra um pouco do desafio que vem sendo enfrentado pelas empresas do ramo. Em 2011, a soma do faturamento das dez principais editoras caiu 7,4% em relação ao ano anterior. As vendas foram de 30,977 bilhões de euros em 2010 para 28,689 bilhões de euros no ano.
Em compensação, para as três editoras brasileiras da lista as vendas cresceram 20% no mesmo período. Juntas, elas faturaram 701,70 milhões de euros, contra 581,40 milhões de euro no ano anterior.
Veja a lista completa a seguir:
Posição (2011)Posição (2010)EmpresaPaísFaturamento 2011Faturamento 2010
(€ milhões)(€ milhões)
11PearsonReino Unido6470,246102,09
22Reed ElsevierR.U. / Holanda / EUA4395,245387,47
33ThomsonReutersEUA4180,774247,93
44Wolters KluwerNL33543556
56Hachette LivreFrança20382165
68Grupo PlanetaEspanha17721829
77McGraw-Hill EducationEUA1763,081835,46
85Random HouseAlemanha17492897
911HoltzbrinckAlemanha1501,21412,80*
1010ScholasticEUA1466,151442,84
119CengageEUA1443,081514,43
1213WileyEUA1340,771282,33
1312De Agostini EditoreItália1326,00*1389,00*
1415ShueishaJapão1319,971203,53
1516KodanshaJapão1194,521128,54
1617ShogakukanJapão1112,241085,93
1733Readers DigestEUA1106,15438,58
1814Houghton Mifflin HarcourtEUA996,151260
1919SpringerAlemanha875866
2018Harper CollinsEUA846956,29
2120InformaReino Unido826,19783,18
2221GakkenJapão803,29720,49
2322Oxford University PressReino Unido772,62709,86
2424Grupo SantillanaEspanha720642
2523BonnierSuécia703698,44
Posição (2011)Posição (2010)EmpresaPaísFaturamento 2011Faturamento 2010
(€ milhões)(€ milhões)
2626Kadokawa PublishingJapão695,73598,68
2727Simon & SchusterEUA605,38597,93
2828Egmont groupDinamarca / Noruega541597
2929Woongjin ThinkBigCoréia do Sul526,62*545
3025RCS LibriItália513606,3
3131KlettAlemanha457465,3
3232CornelsenAlemanha429440
3334MondadoriItália389413,9
3435GeMSItália380395,9
3539Lefebvre-SarrutFrança359324,4
3636HarlequinCanadá347,73352,41
3737SanomaFinlândia343350
3840China Education and MediaChina343,00*296,4
3938Media ParticipationsFrança340327,3
4046Abril EducaçãoBrasil319,05231,8
4147PerseusEUA269,23226
4243Westermann VerlagsgruppeAlemanha261258
4341La Martinière GroupeFrança258284
4444BungeishunjuJapão254,98253,6
4555ASTRússia254161,9
4645Groupe GallimardFrança253241,4
4742ShinchoshaJapão245,25273,97
4849KyowonCoréia do Sul228,88205,61
4948WekaAlemanha217209
5052SaraivaBrasil207,44188
5151Haufe GruppeAlemanha207193
5256Editora FTDBrasil175,21161,6
5354Groupe Albin MichelFrança166165,1
5458EKSMORússia151151,06
Fonte: Exame

terça-feira, 23 de outubro de 2012

TAC – Um olhar sobre o cinquentenário das editoras universitárias


Sirleide Pereira*

Aos poucos, a divulgação científica brasileira está assumindo os contornos de uma senhora, pois, neste ano, 
muitas das editoras públicas universitárias do país estão completando 50 anos. As editoras universitárias da 
Universidade Federal da Bahia (EDUFBA), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EDUFRN), da 
Universidade de São Paulo (EDUSP), da Universidade de Brasília (EDUNB), além da Editora da Universidade 
Federal da Paraíba (EDUFPB) estão refletindo sobre o papel que desempenham para a propagação de saberes 
produzidos no âmbito das instituições públicas do ensino superior do país (IES)[1].
Todas, de uma maneira ou de outra, seja por meio de eventos de discussões e debates, como seminários, 
colóquios e encontros, seja por meio de lançamentos de novos títulos ou relançamento de autores já publicados,
 estão se articulando com as comunidades científicas e com a sociedade em geral para olhar, criticamente,
 esse passado ainda recente (o cinquentenário) e elaborar um futuro que ainda está por vir, porém mais
 compromissado com a popularização da ciência e da tecnologia (C&T), com enfatiza Albagli  (2006).

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Brasil fica em 9º lugar em ranking global de mercados editoriais


O esforço do consultor Rüdiger Wischenbart para mapear as indústrias livro do mundo todo começou em 2011 provavelmente em seu escritório no bairro de Josefstad, em Viena, ou mais possivelmente em um dos cafés que fazem parte do cotidiano de qualquer cidadão austríaco. O projeto é patrocinado pela International Publishers Association (IPA), com apoio da Feira do Livro de Londres e da BookExpo America, mas a metodologia e pesquisa ficam por conta do consultor conterrâneo de Mozart.
Os resultados iniciais da pesquisa começaram a aparecer no primeiro semestre deste ano, na Feira de Londres e na BookExpo America, quando um ranking preliminar dos mercados por país foi apresentado. Trata-se, no entanto, de um trabalho ainda em desenvolvimento e, agora, na Feira de Frankfurt, que começa na próxima quarta-feira (10/10), a IPA divulga um ranking atualizado e mais completo, acompanhado de um mapa mundi que reflete o potencial da indústria editorial de cada país – o Global Map of Publishing Markets 2012 ou Mapa Global de Mercados Editoriais 2012, em bom português.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Editora Miguilim comemora 30 anos com série de eventos gratuitos


Programação com exposição, palestras, oficinas, narração de histórias e lançamento de livros acontecem na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, durante o mês de setembro
A editora Miguilim, referência no mercado editorial infantojuvenil mineiro e brasileiro, completa 30 anos encantando gerações de crianças, jovens e adultos. Para comemorar três décadas de produção literária, a Miguilim promove, durante o mês de setembro, exposição, palestras, oficinas, narração de histórias e lançamento de livros na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, na Praça da Liberdade, em BH. A programação é gratuita.
Como forma de homenagear escritores e leitores da Miguilim, a exposição “Atrás das páginas” mostra os bastidores da produção de um livro. Paineis gigantes mostram, a partir de objetos, textos e ilustrações originais, o processo de feitura de um livro, que conta a participação de escritores, ilustradores, artistas plásticos, editores, revisores e técnicos.
Além disso, também estarão expostas pinturas rupestres, considerados os primeiros registros da escrita, e as etapas do processo de impressão, desde a prensa de Gutemberg até os equipamentos de última geração. Grupos escolares poderão agendar, pelo telefone (31) 3269-1223, visita guiada entre os dias 10 e 24 de setembro, às 14h30, seguida de narraçblog.crb6.org.brias com Beatriz Myrrha.
Antes, no dia 1º de setembro, sábado, às 11h, haverá o lançamento do livro “Kids & Songs: para cantar em inglês”, com apresentação do coral infantil do Colégio Nossa Senhora das Dores. A maestrina, Kênia Chantal, especialista em educação musical, é co-autora do livro com Cláudia Mol, ilustrado por Eduardo Santos.
No dia 5, quarta-feira, às 14h, haverá a oficina “A literatura infantojuvenil e a pedagogia do deslumbramento”, com a escritora Joana Cavalcanti, autora do livro “As setes saias da lua”. Voltada para educadores, bibliotecários e contadores de histórias, o objetivo é trabalhar as dimensões da literatura para a infância e juventude, associadas às práticas pedagógicas, e refletir sobre o processo de mediação para esse público. Inscrições pelo e-mail divulgacao@editoramiguilim.com.br ou pelo telefone (31) 3269-1223.
No dia 15, sábado, às 10h, a narradora de histórias Aline Cântia e o instrumentista Chicó do Céu fazem a Hora do conto e da leitura, com narração de histórias, leitura e musicalização a partir das obras literárias da Miguilim.
Já no dia 20, quinta-feira, às 19h, a professora da PUC Minas Maria de Lourdes Gouveia dá palestra sobre a palavra escrita no contexto do mundo grego arcaico, a partir do texto “Bem te conheço voz errante nas quebradas/manténs vivas as coisas nomeadas”.

sábado, 25 de agosto de 2012

Custos para a publicação de um livro


Quanto custa publicar um livro?
(Ralph Peter Brammann - Agente literário)

Se você vai publicar seu livro por uma editora comercial, o custo a ser levado em conta é o de tempo para a divulgação da sua obra. Se você acha que o ponto final é o fim do seu trabalho, engana-se. Para dar certo, mesmo sendo publicada por uma editora competente, sua obra precisa que você a divulgue por todos os meios possíveis: internet, amigos, conhecidos, parentes, alunos, clientes e etc. Se você vai publicar seu livro por uma prestadora de serviços, seus custos serão, além de tempo, uma quantia razoável em dinheiro. Os valores variam muito, mas a seguir está um pequeno roteiro dos serviços que você pode contratar e uma média imprecisa dos preços, só para você ter uma ideia das grandezas. A lauda é uma unidade de texto também variável, mas que em geral corresponde a 2100 toques quando se trata de edição de livros.


Trabalhos de texto

Avaliação de original/leitura critica - um editor ou agente literário lê e avalia a sua obra, produzindo um parecer. O serviço é cobrado por obra ou por lauda lida, ficando em média entre R$ 100 e R$ 250. Deve ser usado quando você tem dúvidas entre apresentar sua obra a uma editora comercial e publicá-la por conta própria, e o que alterar nela.


Redação/ghostwriting - um redator reescreve o texto que você produziu, ou se baseia em fitas gravadas ou ainda entrevista você, entregando um texto final razoavelmente correto e fiel. Esse serviço depende muitíssimo da experiência do profissional, podendo ser cobrado por hora ou pelo conjunto do trabalho, variando entre R$ 1.000 e 15.000 se for no caso de um pacote. Deve ser usado quando você tem uma ideia mas não sabe como colocá-la no papel, ou precisa produzir um texto, mas não tem tempo de o redigir.

Edição de texto - um editor de texto mexe na estrutura, na organização, nos títulos e nas divisões de capítulos de sua obra, podendo cortar trechos e acrescentar outros. Esse serviço também pode ser cobrado por obra ou por lauda, variando nesse caso entre R$ 3 e 15 a lauda. Recorra a uma edição de texto quando sentir que sua obra está repetitiva, confusa ou apresenta problemas de conteúdo.

Preparação de texto/copidescagem - um preparador lê com cuidado a sua obra, apontando incoerências, repetições, uso incorreto da língua e falta de normalização. Este serviço é cobrado por lauda e varia de R$ 3 a R$ 10 a lauda. Se você não trabalha profissionalmente com texto, é imprescindível que faça uso desse revisor mais qualificado.

Revisão de provas - um revisor lê a sua obra já diagramada em formato de página, checando não só erros de português como inconsistências de tipologia, espaços a mais ou a menos, numeração, "caminhos de rato", "viúvas", "forcas" e similares problemas de paginação. Esse profissional ganha por página entre E$ 1 e 3.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Mercado editorial brasileiro deve impulsionar Bienal do livro de São Paulo


Pelos números da Fipe, no ano passado, os brasileiros compraram cerca de 470 milhões de livros, um recorde de vendas para o setor
O aumento 7,2% nas vendas de livros no Brasil em 2011, na comparação com as vendas de 2010, segundo pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe), traz boas perspectivas para a 22ª Bienal Internacional do Livro, de 9 a 19 de agosto, na capital paulista.
De acordo Mansur Bassit, diretor executivo da Câmara Brasileira do Livro (CBL), os dados apontam que a produção e a venda do mercado editorial estão bastante aquecidas, em função, principalmente, das aquisições do governo, por meio do Plano Nacional do Livro Didático. Pelos números da Fipe, no ano passado, os brasileiros compraram cerca de 470 milhões de livros, um recorde de vendas para o setor.
Outro fator que contribuiu para o aquecimento das vendas foi a queda no preços dos exemplares. No acumulado de 2004 a 2011, segundo a CBL, houve declínio real médio de 44,9%. Em 2010, o preço médio do livro era R$ 12,94 e, no ano passado, caiu para R$ 12,15.
Apesar do aumento recente da compra de livros, as preferências do público, segundo Bassit, continuam sendo os escritores como Machado de Assis e Monteiro Lobato. O público adolescente, por sua vez, prefere ficções da moda, como a história dos vampiros da saga Crescúpulo, da autora Stephenie Meyer. Nessa linha juvenil, Cecily Von Ziegesar, que escreveu o livro que deu origem ao seriado Gossip Girl, é presença confirmada na Bienal, assim como Thalita Rebouças.
Além dos autores de livros juvenis, os amantes de literatura poderão participar de um debate, no dia 15 de agosto, com o escritor Inácio de Loyola Brandão, autor d e O Menino que Vendia Palavras, ganhador do Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção em 2008. Será possível também conferir a homenagem a Jorge Amado e Nelson Rodrigues, que em 2012 completariam 100 anos.
Na Bienal do Livro, além disso, os visitantes que gostam de tecnologia poderão comprar obras digitais. Segundo Mansur Bassit, os títulos nesse formato estão cada vez mais presentes na feira e convivem em harmonia com com o livro de papel. “Ele [formato digital] tem muito para expandir em um país com tanta demanda. E veio para ficar, junto com o livro imprenso”, disse. Em 2011, 5.200 títulos digitais foram lançados, segundo o levantamento da Fipe. Isso representa 9% do total de livros lançados no ano passado, que foram aproximadamente 58 mil.
A Bienal será no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, zona norte da capital paulista. O horário de visitação será das 10h às 22h entre os dias 9 e 18 de agosto. No dia 19 de agosto, a feira vai funcionar das 10h às 20h, com entrada até as 18h. Os ingressos custam R$12 a inteira e R$ 6 a meia entrada. Professores, profissionais da cadeia produtiva do livro, bibliotecários, estudantes inscritos pelo sistema de visitação escolar programada, maiores de 60 anos e crianças até 12 anos têm entrada livre, mediante a apresentação de documento comprobatório.
Fonte: Agência Brasil | Fernanda Cruz

sábado, 21 de julho de 2012

Editoras batem recorde de venda de livros em 2011


Foram 469,5 milhões de publicações vendidas no ano, 7,2 % a mais que 2010. Setor faturou R$ 4,8 bilhões no período
As editoras brasileiras venderam 469,5 milhões de livros em 2011, um aumento de 7,2% em relação a 2010. O total foi considerado um recorde para o setor, segundo a pesquisa “Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro”, divulgada hoje em São Paulo.
O levantamento anual é feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) sob encomenda do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e Câmara Brasileira do Livro (CBL).
O faturamento do setor foi de R$ 4,837 bilhões no período, um crescimento de 7,36% sobre o ano anterior. Segundo a pesquisa, as vendas de livros para o governo impulsionaram o faturamento do setor, com aumento nominal de 21,2%.
Em relação às vendas ao mercado, que incluem as livrarias e demais canais de distribuição, o faturamento apresentou crescimento de 3,02%. O número de títulos publicados aumentou 6,2% em 2011 em relação ao ano anterior, para 58,1 mil. O maior aumento foi no segmento de livros científicos, técnicos e profissionais, com expansão de 38%.
O faturamento desse grupo aumentou 23% no período, chegando a R$ 910 milhões. Os livros digitais corresponderam a 9% dos lançamentos, o equivalente a 5,2 mil títulos. O faturamento com e-books foi de cerca de R$ 870 mil. Este foi o primeiro ano em que os livros digitais foram incluídos na pesquisa.
Fonte: Valor | Felipe Machado