quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Poesia de Jéfferson Desouza


Por e-mail recebi essa poesia do Jéfferson Desouza, cabra bom, que mergulha fundo no rock, sem deixar para trás suas raízes sertanejas.

Meu caro Jéfferson, sei exatamente o que é isso, porque roqueiro também sou. E, apesar de ter nascido na capital, o sertão corre no meu sangue. Segue seu poema:



A obra de arte SERTÃO!!!
Jéfferson Desouza,
editor do Blog Zuada do Sertão

Peguei paleta de tinta e pincel
Preparei bela moldura
Pra fazer uma pintura
Da minha terrinha amada
Pintei a terra rachada
O sol de imenso clarão
Pinto novo ciscando o chão
Carro de boi e arado
Desenhei tudo no quadro
Do qual batizei sertão

Brincadeira de ‘tõiom’
Banguela escovando a chapa
Carrinho feito de lata
Guri mexendo com um ‘imbuá’
A imponência do carcará
Novena santa e procissão
Doce de leite e mamão
Vaqueiro tangendo o gado
Desenhei tudo no quadro
Do qual batizei sertão

SECA E FALTA DE VERGONHA












SECA E FALTA DE VERGONHA
*
Estou esperando a chuva
Porém a chuva não vem
Meu açude já secou
E o meu riacho também
Sem chuva no meu sertão,
É triste a situação
Felicidade não tem.
*
A passarada sumiu
A jurema já murchou
Onde a água escorria
Hoje é só chão que rachou
Perante tanta quentura,
Acabou-se a fartura
Meu sertão esturricou.
*
E se Deus não der um jeito
Eu não sei o que será
Pois mais uma vez padece
O meu pobre Ceará
Agora só muita fé
E apelar pra São José
Que é padroeiro de lá.
*
O subsolo é bem rico
É só explorar o chão
O que falta é vergonha
Nos mandantes da nação
Estes seres abjetos
Que ignoram projetos
Para irrigar o sertão.
*
Texto e fotos de Dalinha Catunda
Fotos do meu sítio em Ipueiras - Ce
Fonte: http://cantinhodadalinha.blogspot.com.br

Submissão de artigos sobre Web semântica e Bibliotecas

O periódico Journal of Library Metadata está com submissão de artigos em aberto sobre as temáticas Metadados, Web semântica e Bibliotecas. Artigos podem ser enviados até 31 de março. Mais informações:http://www.tandfonline.com/toc/wjlm20/current

Ler mais: http://www.deolhonaci.com/news/submiss%c3%a3o-de-artigos-sobre-web-sem%c3%a2ntica-e-bibliotecas/

País tem boom de cursos de museologia


SILAS MARTÍ
DE SÃO PAULO

Desde que o Ministério da Cultura criou uma política nacional para museus, há dez anos, universidades do país vêm abrindo cursos de museologia para acompanhar o que gestores e acadêmicos veem como "demanda represada" por profissionais da área.

É um fenômeno que fez multiplicar os dois cursos disponíveis em 2004, restritos a Rio e Salvador, para os atuais 14 cursos espalhados por todas as regiões do Brasil.

Apenas 5% dos 20 mil profissionais dos 3.200 museus do país têm formação em museologia. Neste ano, chegarão ao mercado os primeiros formandos dessa nova leva de cursos, vindos de 600 vagas criadas em universidades federais nos últimos anos.

Será a primeira geração de profissionais com formação específica no país, o que começa a mudar uma realidade de autodidatas que há décadas estão à frente das maiores instituições do país.

"Programas [acadêmicos] estão aparecendo um pouco mais tarde do que explodiram em várias partes do mundo. Mas é a profissionalização do nosso circuito", diz Ivo Mesquita, diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Diretrizes sobre empréstimo de e-books em bibliotecas


IFLA publica diretrizes sobre empréstimo de e-books em bibliotecas

Curso As Redes Sociais Antes e Depois da Internet: O Que são e suas possibilidades para a Saúde


As Redes Sociais Antes e Depois da Internet:

O Que são e suas possibilidades para a Saúde

Ementa básica: As Redes Sociais Antes e Depois da Internet: Interação, Colaboração e Emergência; Redes Sociais Inter-subjetivas e outras; Rede Social e Gestão; Rede Social e Educação; Rede Social e Controle Social; Redes de Pesquisadores; Estigmérgia Humana e Multribuição. Prática: Oficina de Redes Sociais (Facebook, Rede Brasil sem Miséria, Rede Internet e Saúde e outras)

Inscrições de 25 de fevereiro a 1º de março de 2013

Público Principal: Alunos do PPGICs e externos ao programa (de outros cursos de pós-graduação stricto sensu e egressos de Mestrado e Doutorado), com direito a certificado e crédito como disciplina externa (Necessidade de Participação Presencial);
Maiores informações emhttp://www.fiocruz.br/pos_icict/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=84&sid=45, ou pelo telefone (21) 2598-4242

Público Extendido: Acadêmicos, Ativistas e Profissionais do SUS e da Internet; Possibilidade de participação pela Internet e/ou presencial (até um determinado número) a partir do grupo no Facebook: https://www.facebook.com/groups/468816599851818/?fref=ts. Para particiopação como ouvinte (pela Internet ou presencial) a inscrição pode ser feita junto ao professor.

Periodo do Curso: de 02 de abril à 09 de julho

Local: Expansão do Campus de Manguinhos na Avenida Brasil, Sala 213.
Pela Internet, participação a partir do grupo no Facebook: https://www.facebook.com/groups/468816599851818/?fref=ts

Horário: Terça-feira, de 13h30 às 16h30

Professor: Nilton Bahlis dos Santos e a equipe do Next.

Curso regular do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS) do Icict.

Guilherme Ataíde PARA 2 destinatários ANCIB Dissertações PPGCI/UFPB / Repositório Eletrônico


Informo aos (às) colegas pesquisadores (as) que as dissertações do PPGCI/UFPB também estão sendo (paulatinamente) disponibilizadas no Repositório Eletrônico Institucional (REI) da UFPB.


IBICT implementa a primeira rede de preservação digital

IBICT faz parceria com a Stanford University para implementação de serviços
de preservação digital

Para a criação da Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital –
Cariniana, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
(IBICT) aderiu à Aliança Internacional LOCKSS (http://www.lockss.org), no
mês de janeiro de 2013.

Segundo Miguel Ángel Mardero Arellano, coordenador da Cariniana, a ideia é
de que o IBICT estabeleça ainda no início dos trabalhos da nova rede, no
primeiro semestre de 2013, uma sub-rede de preservação dos mais de 1.000
periódicos eletrônicos que utilizam a plataforma OJS/SEER no país.

Miguel explicou que a questão da preservação digital sempre foi fundamental
na manutenção dos serviços de informação do IBICT. “Com a cooperação
técnica da Stanford University estão sendo estabelecidas as diretrizes de
funcionamento da rede e a concretização da implantação das sub-redes de
periódicos, teses, dissertações e livros eletrônicos previstas no projeto
para 2013”, esclareceu.

O diretor do IBICT, Emir Suaiden, destacou que com o advento da revolução
tecnológica, a questão da preservação se tornou um dos indicadores
fundamentais do desenvolvimento da ciência e tecnologia. “Isso porque antes
da revolução tecnológica, no século anterior, nós perdemos a capacidade de
memória do nosso patrimônio científico e tecnológico. A informação era
basicamente bibliográfica e a gente não tinha recursos para mantê-la. Hoje,
a memória da produção científica e tecnológica brasileira está muito mais
presente na Library of Congress, em Washington, do que na Biblioteca
Nacional do Rio de Janeiro. Daí a grande importância de o IBICT investir na
preservação digital de nossos acervos”, salientou.

De acordo com o diretor, “a Biblioteca Brasileira de Teses e Dissertações
(BDTD), é um exemplo de uma ação bem sucedida da preservação da produção
científica nacional e a rede Cariniana é uma grande alavanca nesta área.
Hoje, muitos países têm acesso ao que foi preservado pelas bibliotecas
digitais. É um novo momento. Propício para fazer circular e difundir a
informação em todos os níveis. Essa preservação leva ao crescimento do país
como um todo”, explicou Suaiden.

O objetivo principal desta rede, conforme Miguel, é disponibilizar serviços
de preservação digital de recursos exclusivamente eletrônicos. Nos próximos
anos, o IBICT disponibilizará na Rede Cariniana serviços de preservação
digital para a comunidade que lida com informação científica e tecnológica,
passando também, a preservar digitalmente acervos patrimoniais de
bibliotecas, arquivos e centros de memória institucionais no Brasil. Fazem
parte dessa aliança, além da Stanford University, a Harvard University, o
M.I.T., a Library of Congress, entre outras instituições. No Brasil
participam da iniciativa a USP, Unicamp, UFPB e UFSM. O projeto conta ainda
com o apoio da FUNCATE e do MCTI.


Núcleo de Comunicação Social do IBICT
20/02/2013
Data da Notícia: 20/02/2013 16:35

http://www.ibict.br/ibict-faz-parceria-com-a-stanford-university-para-implementacao-de-servicos-de-preservacao-digital

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