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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

CONTOS NATALINOS


Feliz Natal e um 2013 cheio de paz e saúde!

Aqui, eu e minha família, desejamos-lhes os melhores votos para este Natal e o próximo ano. Agradecemos a todos aqueles que compartilharam conosco parte do ano que finda e esperamos tê-los novamente neste que está para nascer. Ofertamos a vocês dois textos natalinos: o primeiro, um conto que mostra as qualidades que devemos imitar do burro e do boi do presépio, e, o segundo, como complemento do outro, exaltando a intenção natalina e verdadeiramente cristã. Se puderem gastar um pouco do seu tempo com eles, leiam.


http://leonardoboff.wordpress.com/2012/12/22/natal-a-atualidade-do-puer-aeternus-da-eterna-crianca/

Um forte abraço de Davi, Heitor, Riteméia e Eduardo.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Os três fios de cabelo de ouro do Diabo: uma história atemporal



                                         Capa do romance publicado pela Luzeiro com ilustrações
                                                 em estilo clássico de Mestre Severino Ramos


Os três fios de cabelo de ouro do Diabo, história atemporal que figura nos Marchen dos Irmãos Grimm, mereceu do poeta Josué Gonçalves de Araújo uma vigorosa versão em cordel. É, seguramente, a obra-mestra de Josué, autor nascido em Marabá Paulista, interior de São Paulo, mas com raízes culturais nordestinas, pois é filho de baianos. Com este trabalho ele atinge a maturidade criativa, já demonstrada em O coronel avarento, um começo promissor mas ainda reclamando ajustes, e O mistério da pele da novilha, que dá novo tratamento à figura do viajor sacrílego, o Judeu Errante, que saltou do folclore para a literatura.

Em Os três fios de cabelo de ouro do Diabo, romance que conheci em pré-produção, a narrativa original ganha um sabor bem brasileiro graças aos muitos apelativos com que o autor retrata o “príncipe das trevas”. O conto, apesar de figurar na famosa coletânea dos Grimm, não é, em sua origem, alemão. Há registros em outras partes do mundo. No livro Contos populares da Espanha, que, por estas bandas, foi publicado pela Landy Editora, há uma versão interessantíssima. No interior da Bahia, anotei uma versão, inédita, em que o rei vilão desaparece, cedendo lugar ao fazendeiro, que obriga sua comadre pobre a empreender a façanha considerada impossível. 

segunda-feira, 30 de abril de 2012

História da Moura Torta


Uma vez havia um pai que tinha três filhos, e, não tendo outra cousa que lhes dar, deu a cada um uma melancia, quando eles quiseram sair de casa para ganhar a sua vida. O pai lhes tinha recomendado que não abrissem as frutas senão em lugar onde houvesse água.


O mais velho dos moços, quando foi ver o que dava a sua sina, estando ainda perto de casa, não se conteve e abriu a sua melancia. Pulou de dentro uma moça muito bonita, dizendo: "Dai-me água, ou dai-me leite". O rapaz não achava nem uma coisa nem outra; a moça caiu para trás e morreu.
   



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Hoje tem "Contos, Crônicas e Cordéis"

Tem conto novo em nossa coluna "Contos, Crônicas e Cordéis". O título é "O Queijo de Dona Terezinha", e começa assim:

Era uma tarde de domingo. Havíamos acabado de almoçar e estávamos saboreando um café na varanda da casa grande da Fazenda Perto Longe, a uns vinte quilômetros da cidade mais próxima, cujo nome não convém que se revele. Éramos quatro: eu, meu amigo Nilton, que me levou até lá, o dono da fazenda, chamado Amadeu, e seu irmão caçula, o Doutor Aprígio, que era dentista e morava na cidade.

Para acessar o texto inteiro, clique aqui ou cole a URL em sua barra de endereços:


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Já está em "Contos, crônicas e cordéis" o conto "Cara de Peixe"

começa assim:
O nome de batismo de “Cara de Peixe” era João Amistrônio dos Santos Silva. João porque nascera na madrugada de 23 para 24 de junho; Amistrônio porque aquele era o ano de 1969 e o menino somente viria a ser batizado mais de um mês após o seu nascimento, depois que a Apolo XI já havia pousado na Lua e o nome Neil Armstrong tinha ficado conhecido no mundo inteiro, inclusive no pequeno povoado do interior do Ceará onde “Cara de Peixe” havia nascido.

- “João Amistrõe dos Santos Silva” - disse o pai ao rapaz encarregado de anotar os nomes dos meninos que seriam batizados naquele dia.

- João o quê?

- A-MIS-TRÕE - repetiu pausadamente o pai. - O cabra que andou na Lua…
Para ler o texto completo, clique aqui ou copie o link <http://www.luizberto.com/contos-cronicas-e-cordeis-marcos-mairton/cara-de-peixe> em sua barra de endereços.