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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Novo número do Periódico Permanente

O Fórum Permanente, uma Associação Cultural voltada para museus e arte contemporânea, lançou o segundo número de sua revista digital Periódico Permanente. A Revista tem como principal estratégia a publicação de artigos, relatos críticos, conferências, debates, registros de eventos e discussões com conteúdos relacionados a museus e arte. Confira: http://www.forumpermanente.org/revista/revista/numero-2

Ler mais: http://www.deolhonaci.com/news/novo-numero-do-periodico-permanente/

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Revista EPI Museus

Revista EPI publica número temático Bibliotecas de Museus

A revista espanhola El Profesional de la Información publicou seu volume 22, número 3, dedicado à temática Bibliotecas e Documentação de Museus. Confira: http://www.elprofesionaldelainformacion.com/index.html

Ler mais: http://www.deolhonaci.com/news/revista-epi-publica-numero-tematico-bibliotecas-de-museus/

domingo, 21 de abril de 2013

Museu Gutenberg reconstrói história da tipografia



Em 1450, uma invenção revolucionaria o mundo: Gutenberg criou letras de metal, viabilizando a imprensa. Museu dedicado a ele é considerado o mais importante do mundo quando o assunto é a história da tipografia.
O Museu Gutenberg fica no centro antigo de Mainz, bem em frente à catedral da capital do estado da Renânia-Palatinado (sudoeste), num prédio renascentista cujo nome é "Ao Imperador Romano".
Mas, afinal, quem era esse Johannes Gensfleisch, conhecido como Gutenberg, ao qual a cidade de Mainz dedica todo um museu e que é considerado até hoje o inventor da imprensa? Homem de negócios astuto, ele descobriu, a seu tempo, um nicho de mercado, ao criar letras de metal móveis, que podiam ser reunidas aleatoriamente.
Johannes Gutenberg, inventor da tipografia modernaJohannes Gutenberg, inventor da tipografia moderna
E como era um artesão experiente e ao mesmo tempo um homem de negócios disposto a arriscar, Gutenberg acabou por construir a prensa necessária para a impressão das letras. Sua invenção tomou o lugar dos métodos até então usados para a produção de livros e iniciou na Europa uma verdadeira revolução midiática, sem a qual o mundo moderno seria inconcebível.
Gutenberg nasceu em Mainz no ano de 1400. Por ocasião dos 500 anos de seu nascimento, os cidadãos resolveram dedicar um museu ao mais famoso filho do lugar.
No ano de 1901, era festivamente inaugurado o Museu Gutenberg, um dos mais antigos do gênero do mundo, que recebe anualmente mais de 100 mil visitantes. Em aproximadamente três mil metros quadrados, são exibidas as artimanhas técnicas e artísticas de Gutenberg, celebrado hoje como "o homem do milênio".
Tesouros da tipografia
Oficina de Gutenberg reconstruída em 1960Oficina de Gutenberg reconstruída em 1960
Na parte histórica do museu, uma das principais atrações é a "Oficina de Gutenberg", reconstruída nos andares de baixo do prédio. Ali pode ser observado como funcionava uma prensa, incluindo a fundição dos caracteres de metal, a colocação e a impressão com as letras de chumbo – uma demonstração muito apreciada por excursões de escolares, por exemplo.
Alunos bem jovens ficam normalmente impressionados quando podem assitir "ao vivo" como funcionavam as prensas de ferro dos tempos de Gutenberg.
Ao percorrer as seções históricas do museu, o curador de coleções tipográficas da Ásia, Claus Maywald, explica que a casa não apresenta informações somente acerca de Gutenberg. "Somos muitos museus num só", diz ele. O mais interessante entre as peças históricas, segundo Maywald, é a Bíblia, na qual couberam, pela primeira vez, 42 linhas em uma só página.
A Bíblia de GutenbergA Bíblia de Gutenberg
Essa Bíblia é considerada a obra prima de Gutenberg, criada por ele com a ajuda de seus vinte funcionários de então, com diversas figuras, caracteres coloridos e sinais diversos. A obra de 1282 páginas é, segundo o curador, tão perfeita a ponto de causar inveja às impressões modernas no que diz respeito à composição e layout.
Escritos artísticos da Ásia
Mas o Museu Gutenberg oferece ainda mais coisas: ao galgar novamente alguns lances de escada, o visitante depara-se de repente com a escultura de um vigia em tamanho natural, que olha sorrateiramente de cima para o observador.
Ele indica o caminho para o baú de tesouros da China, do Japão e da Coreia. Os espaços atrás da escultura permanecem na penumbra: um sutra darani japonês e um pergaminho budista impresso com um pedaço de madeira do século VIII, ali expostos, fazem parte dos primórdios da história tipográfica da Ásia.
Do mundo árabe há ainda um bloco de prensa do século XV – um dos poucos deste tipo ainda preservados. Além disso, o museu expõe uma prensa chinesa dos anos 1920.
Maywald salienta que, embora haja divergências entre Europa e Ásia no que diz respeito à suposta origem da tipografia, há uma cooperação estreita entre instituições de ambas as regiões.
Pergaminho com Alcorão, século XIXPergaminho com Alcorão, século XIX
Enquanto na Alemanha podem ser observadas peças que remetem à história da tipografia na Ásia, coreanos e chineses apresentam em seus países trabalhos de Gutenberg. De acordo com Maywald, já aconteceram inclusive exposições conjuntas sobre o tema. O curador explica que a tipografia já era anteriormente conhecida nos países asiáticos, tendo surgido em diversos lugares. Mas foi a partir de Mainz que ela ganhou o mundo.
Hoje, o Museu Gutenberg expõe diversas obras de todos os centros tipográficos. Em mostras regulares, é possível também entender melhor a importância das letras de metal criadas por Gutenberg para a evolução da cultura escrita e da mídia do século XXI.

DW.DE

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Museu do Futebol lança catálogo acessível em braile


Data de publicação: 29/01/13
Por Governo do Estado de São Paulo / Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Na manhã de terça-feira, 29 de janeiro, o Museu do Futebol apresentou seu Catálogo do Programa de Acessibilidade, que em suas 100 páginas com impressão braile, remete à pessoa com deficiência visual às formas e texturas de cada sala do Museu, que conta através de seu acervo a história do futebol nacional e sua relação com o imaginário social e cultural do povo brasileiro.
O projeto contou com patrocínio do Laboratório Aché e prevê a distribuição gratuita de 2 mil exemplares para instituições sociais, museus e bibliotecas.
O evento contou com as presenças da secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência Linamara Rizzo Battistella, do diretor executivo do Instituto da Arte do Futebol Brasileiro Pedro Sotero, do secretário de Estado da Cultura Marcelo Mattos Araújo, da deputada federal Mara Gabrilli e da deputada estadual Célia Leão.
A secretária Linamara Battistella falou sobre a importância de locais acessíveis como o Museu. “Pessoas com e sem deficiência precisam desfrutar dos bens e serviços que o Estado oferece e este Museu é um exemplo concreto de como é possível, a partir do planejamento, disponibilizar recursos que possam significar desenvolvimento tecnológico e mais cultura”.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Museus e livros – uma questão


Por Alexandre Matos
Uma das questões mais comuns nas discussões sobre documentação e desenvolvimento das colecções de museus prende-se com a inclusão de livros e outros documentos (a fotografia é um clássico nesta matéria) no acervo (ou seja a sua incorporação na colecção do museu) de diversas instituições. Esta semana apenas conversei com dois ou três colegas que me colocaram perante esta dúvida: “tenho uma colecção de documentos (livros, fotografias, etc) como devo fazer para os inventariar e documentar? Fazem parte da colecção? Entram como objectos no sistema de informação, ou devem ser registados nas tarefas relativas à documentação associada à colecção?”
A resposta não é simples. No entendimento mais comum o lugar de um livro é na biblioteca, de um documento (gráfico, fotográfico, cartográfico, etc.) é no arquivo, um e outro tratados de acordo com as normas e regras de documentação das respectivas áreas, no entanto, em alguns casos, um livro ou documento poderá também ser considerado um objecto de museu. Pela sua raridade, pela história específica que encerra, por uma marca que o torne singular entre os demais, pela forma como chega até nós, por ter sido pertença de uma entidade específica, entre outros e diversos motivos os documentos e livros podem e devem, na minha opinião, ser considerados no desenvolvimento das colecções dos museus.
Há alguns textos sobre esta matéria que nos podem mostrar diferentes perspectivas, o de Paul Goldman (não o tenho em digital) e este do National Park Service, são dois exemplos. Até vos poderia apontar para o Museo del Libro em Burgos. Mas o que motiva este post é colocar a questão aos meus leitores: que motivos presidem à decisão de classificar um livro ou documento como um objecto de museu? E após a incorporação que procedimentos adoptam na sua documentação?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Acervo do Museu de Arte de SC é disponibilizado na íntegra na internet


Por Do G1 SC
Pescadores, de Di Cavalcanti (Foto: Reprodução/Masc)
As cerca de 1,8 mil obras que compõem o acervo do Museu de Arte de Santa Catarina (Masc) podem ser acessadas de qualquer lugar do mundo por meio do Acervo On-line, disponível na página oficial da instituição administrada pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC). Internautas podem navegar entre as obras, fazendo buscas por nome do artista, título da obra ou técnica usada na elaboração do trabalho.
A arte catarinense está representada, entre outros, por obras de Eduardo Dias, Malinverni Filho, Martinho de Haro, Hassis, Eli Heil, Rodrigo de Haro, Elke Hering, Rubens Oestroem, Luiz Henrique Schwanke e Juarez Machado.
Na coleção nacional, figuram nomes como Di Cavalcanti, Cândido Portinari, Djanira, Emeric Marcier, Alfredo Volpi, Tarsila do Amaral, Guignard, José Pancetti, Carlos Scliar, Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Aldo Bonadei, Mário Zanini, Lula Cardoso Ayres, Frans Krajcberg, Antonio Maia, Marcelo Grassmann, Fayga Ostrower, Antonio Henrique Amaral e Lívio Abramo.
A formação do acervo do Museu de Arte de Santa Catarina teve início com a “Exposição de Arte Contemporânea”, trazida a Florianópolis em 1948 pelo escritor carioca Marques Rebelo. A mostra, que na época repercutiu na cidade, foi apresentada no Grupo Escolar Modelo Dias Velho, hoje Escola Básica Antonieta de Barros, no centro da cidade, deixando, na época, importantes doações por parte do próprio escritor, de artistas participantes, e aquisições oficiais.
A ideia do escritor era que a exposição frutificasse em museu, e juntamente com o apoio de um grupo de intelectuais de Florianópolis, conhecido por Grupo Sul, essa intenção deu certo, e no dia 18 de março de 1949, através de Decreto Estadual, foi criado o então Museu de Arte Moderna de Florianópolis (MAMF), atual Museu de Arte de Santa Catarina (Masc).

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Prêmio Memórias Brasileiras vai selecionar iniciativas dos movimentos sociais


Por IBRAM

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) publicou ontem (28), no Diário Oficial da União, portaria do Edital de Seleção Pública nº13/2012, que trata do Prêmio Ibram Memórias Brasileiras - integrado ao Programa de Fomento aos Museus Ibram 2012.

O edital vai selecionar e premiar 10 iniciativas de preservação da memória brasileira, com ênfase nos movimentos sociais (sindical, rural, estudantil e outros), para apoio a ações de divulgação, preservação e difusão de acervo. Cada premiado receberá R$ 30 mil – totalizando R$ 300 mil em investimentos via Fundo Nacional de Cultura.

Poderão participar desta seleção pública pessoas jurídicas de direito público e de direito privado sem fins lucrativos, com finalidade cultural, excetuando-se aquelas vinculadas à estrutura do Ministério da Cultura (MinC). Acesse o edital e anexos.

O prazo para a realização das inscrições será do dia 18 de dezembro de 2012 às 23h30 do dia 31 de janeiro 2013, podendo ser realizadas gratuitamente por meio do sistema SalicWeb.


Visite o Museu Mineiro em Belo Horizonte


O atual prédio onde hoje funciona o Museu Mineiro é resultado de incorporações de anexos e de sucessivas alterações internas e externas ocorridas ao longo dos anos. A intervenção mais antiga, porém a mais significativa, teve início em 10 de fevereiro de 1905 e adaptou o prédio à sede do Senado Mineiro. O projeto criou um novo bloco que se destinava à Sala das Sessões do Senado e suas janelas abriam-se diretamente para a via pública. Com a Revolução de 1930 e o fim do Senado Mineiro, as dependências do prédio passaram a servir à Pagadoria-Geral do Estado, que realizou uma série de intervenções descaracterizantes, incluindo alterações na divisão interna e nas janelas de sua fachada.

Nos anos 70, com a transferência da Pagadoria-Geral do Estado para um outro local, o Governo do Estado decidiu destinar o prédio para a sede do Museu Mineiro. A edificação foi restaurada e adaptada em 1978–1979, sob a responsabilidade do Iepha-MG, que por meio do Decreto nº. 16.595 de 5 de dezembro de 1978, homologou o seu tombamento. Nos últimos anos, as intervenções ocorridas no prédio visaram dotar a instituição de espaços e equipamentos técnicos essenciais à natureza e às funções de um museu do porte do Museu Mineiro.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Museus locais é tema de livro


Por Victor Affonso

O livro “Museus do Amazonas”, primeira obra da cientista social e mestra em sociologia Rila Arruda, em parceria com Maralina Pinto, será lançado nesta sexta-feira (30) às 19h no Museu Amazônico como um marco: será a primeira publicação a abordar e, de certa forma catalogar, todos os museus do Amazonas desde a inauguração do primeiro espaço deste estilo, ainda no século 19, até os dias atuais.

De acordo com a escritora – que garante que o seu levantamento pode ser considerado mais eficaz que o do cadastro nacional do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) -, o Estado ainda carece de museus e de uma maior atenção a esses locais.

O livro surgiu de apenas uma parte de sua dissertação de mestrado, um capítulo intitulado “Política cultural e museus no Amazonas (1997-2010)”, onde aborda os museus pertencentes ao governo estadual, foco principal de sua obra. A publicação passou no edital da Fapeam, que bancará a impressão de 900 cópias. “Um dos principais objetivos é fazer um panorama histórico e ao mesmo tempo atual desses museus”, afirma Rila, revelando que no Amazonas, atualmente, existem 31 museus, sendo 27 deles na capital.

“Museus do Amazonas” está divido em três capítulos. O primeiro faz uma breve história desde a construção do primeiro museu do Estado, o Museu Botânico do Amazonas (1883-1890) até a criação do Ibram, hoje vinculado ao Ministério da Cultura (MinC). Na segunda parte, é mostrada uma descrição histórica dos primeiros museus do Amazonas, o Museu Botânico do AM e o Museu Amazonense. Já o terceiro capítulo é uma análise da política museal do Estado, a partir de 1997, e seus museus: Museu de Numismática, Pinacoteca, Misam, Museu Tiradentes, Ecomuseu do Seringal, Museu de Arqueologia, Museu Casa Eduardo Ribeiro e Museu do Homem do Norte. Há, ainda, uma lista de todos os museus públicos e privados de Manaus.

“Há uma certa escassez de fontes”, admite Rila, contando que utilizou como fontes primárias leis, decretos, folders, painéis de museus, documentos históricos, mensagens de gorvenadores e dados cedidos pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC). “Como fontes secundárias utilizei algumas poucas referências sobre os locais, bem como monografias de uma especialização que teve na Ufam (Universidade Federal do Amazonas) em museologia, e um livro do Robério (Braga, titular da SEC) sobre o Palacete Provincial. Sobre o Museu Botânico há mais referências, porém descobri informações novas que não há em nenhuma publicação que já li sobre o assunto. Tudo está no livro”, acrescenta a escritora.

Para Rila, o Amazonas ainda carece de mais espaços desse tipo. “Não temos um museu de arte moderna ou contemporânea, tem apenas a Pinacoteca, mas não cumpre todo esse papel. Não temos um grande museu etnográfico, não temos um museu naval (o Museu do Porto está fechado há muito tempo), não há museu que abrigue exposições itinerantes que rodam o mundo etc”, acredita, culpando ainda os problemas na forma de exposições de museus privados de Manaus e a falta de guias impressos e publicações que tratem deste assunto.

Fonte: 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Secretaria de Estado de Cultura realiza o 5º Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais


Por Governo de Minas – Cultura
Inscrições ficam abertas até o dia 23 de novembro
A Secretaria de Estado de Cultura, por meio da Superintendência de Museus e Artes Visuais – SUMAV, realiza o 5°Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais, que contará com a participação de MARIA IGNEZ MANDOVANI FRANCO, diretora da Expomus – Exposições, Museus, Projeto Culturais, e CRISTINA BRUNO, Professora Titular em Museologia, do Museu de Arquivologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, além de outros especialistas do setor.
Com o tema “Plano Museológico”, o evento tem como objetivo apresentar e discutir a importância dessa ferramenta de planejamento para impulsionar a Gestão de Museus e integrar as áreas de funcionamento, tanto no processo de requalificação, quanto no processo de implantação de um museu.
HISTÓRICO – Minas Gerais conta hoje com mais de 320 museus e, a exemplo de outros estados brasileiros, vem trabalhando sistematicamente para consolidar o ‘Sistema Estadual de Museus’. A principal iniciativa nesse sentido é a realização dos ‘Encontros de Museus de Minas Gerais’.
O 1º Encontro, realizado em 2005, teve como principal proposta a criação do ‘Sistema Estadual de Museus de Minas Gerais’. No 2° e 3º Encontros, realizados em 2008 e 2009, respectivamente, as discussões foram orientadas pela análise da minuta do Projeto de Lei de criação do ‘Sistema Estadual de Museus de Minas Gerais’ e a criação de uma comissão responsável pela redação final do projeto de lei e seus encaminhamentos oficiais.
No 4º Encontro, realizado em 2011, que teve como tema ‘Museus: desafios contemporâneos’, foram discutidos os desafios dos museus e sua função na atualidade, com foco no atendimento ao público, nas exposições e pesquisas.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Livro: Museus do Brasil – Um Guia Dos Principais Museus Brasileiros


Estar em um museu, por sua própria natureza, é sempre uma experiência de densidade e profundidade. Uma profusão sensorial que nos invade, na medida de nossa própria cultura e curiosidade pessoais. Essa estrutura da separação da obra de arte em relação ao uso comum, própria da tradição ocidental, sacraliza os objetos, colocando-os em um contexto à parte de nossa realidade cotidiana. De fato, às vezes é preciso distanciar-se de algo para que possamos vê-lo de verdade. Penso ser essa uma questão fundamental na existência dos museus. Neles me sinto pertencente a uma experiência coletiva de humanidade. Posso ver através da janela de outro e aprender sobre eu mesmo. Neste trabalho tive o privilégio de percorrer o país de sul a norte com o objetivo de conhecer e registrar seus museus. O resultado é o testemunho da riqueza de um Brasil que valoriza sua história e essência humanas.
Autor: Ávila, Fábio
Editora: Empresa das Artes
I.S.B.N.: 9788579100413
Altura: 29 cm.
Largura: 29 cm.
Profundidade: 2 cm.
Acabamento: Brochura
Edição: 1 / 2011
Idioma: Português
Número de Paginas: 225
Fonte: http://blog.crb6.org.br

sábado, 27 de outubro de 2012

Museu no Espírito Santo expõe produção do arquiteto Paulo Mendes da Rocha

Mostra apresenta seis décadas de trabalhos onde se destacam o engajamento social e a poética do espaço que lhe renderam o Prêmio Pritzker em 2006
O arquiteto Paulo Mendes da Rocha (Foto: Divulgação)
O arquiteto Paulo Mendes da Rocha (Foto: Divulgação)
 
Na Enseada do Suá, o confronto monumental entre a natureza e a arquitetura, numa área de 32 mil m². Um complexo cultural suspenso do solo a partir do qual os frequentadores terão vista livre da paisagem de Vitória. Cenário que o autor do projeto, o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, nascido na cidade, filho de um engenheiro de portos, conhece desde sempre.

Criado com a ambição de se tornar referencial no País, o Cais das Artes está 43% pronto e tem previsão de abertura pelo Estado para 2014. É uma de suas principais obras em andamento. Terá museu com espaço expositivo de 3 mil m², teatro multiuso para 1.300 pessoas e uma praça.

Museu Regional de Caeté inaugura ‘Sala de Oficinas D. Lígia Rosa’

O Museu Regional de Caeté inaugurou a sala “D. Lígia Rosa”. O espaço que funciona no anexo do Museu, recebe as oficinas permanentes oferecidas gratuitamente à população local. A homenagem foi feita após o falecimento da Sra. Lígia Rosa, que atuava como monitora voluntária desde a década de 80 na antiga Pró-Memória, e nos últimos 7 anos, oferecia o curso de Bainha Aberta.
Essa técnica ganhou notoriedade, inclusive em âmbito nacional, com programas de ampla repercussão como o “Mais Você” da Rede Globo, por se tratar de uma técnica em extinção, sendo resgatada pelo Museu Regional de Caeté com a apoio das monitoras voluntárias. O evento, que emocionou a todos, contou com a participação, além da equipe do Museu, de familiares e antigas alunas.
Fonte: Museu Regional de Caeté
Fonte: http://blog.crb6.org.br/

domingo, 21 de outubro de 2012

Livro: Museus do Brasil – Um Guia Dos Principais Museus Brasileiros

Estar em um museu, por sua própria natureza, é sempre uma experiência de densidade e profundidade. Uma profusão sensorial que nos invade, na medida de nossa própria cultura e curiosidade pessoais. Essa estrutura da separação da obra de arte em relação ao uso comum, própria da tradição ocidental, sacraliza os objetos, colocando-os em um contexto à parte de nossa realidade cotidiana. De fato, às vezes é preciso distanciar-se de algo para que possamos vê-lo de verdade. Penso ser essa uma questão fundamental na existência dos museus. Neles me sinto pertencente a uma experiência coletiva de humanidade. Posso ver através da janela de outro e aprender sobre eu mesmo. Neste trabalho tive o privilégio de percorrer o país de sul a norte com o objetivo de conhecer e registrar seus museus. O resultado é o testemunho da riqueza de um Brasil que valoriza sua história e essência humanas.


Autor: Ávila, Fábio

Editora: Empresa das Artes

I.S.B.N.: 9788579100413

Altura: 29 cm.

Largura: 29 cm.

Profundidade: 2 cm.

Acabamento: Brochura

Edição: 1 / 2011

Idioma: Português

Número de Paginas: 225

Fonte: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3546917/museus-do-brasil-um-guia-dos-principais-museus-brasileiros/?PAC_ID=30953&utm_source=cotacota&utm_medium=xml&utm_term=Livros&utm_content=3546917&utm_campaign

Fonte: http://blog.crb6.org.br/

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Museu dedicado ao poeta paraibano Augusto dos Anjos volta a funcionar em Leopoldina, onde ele morreu


paço guarda objetos do autor, considerado precursor do modernismo
Espaço dos Anjos foi instalado na casa onde o escritor Augusto dos Anjos morou em Leopoldina, na Zona da Mata Mineira (Foto: UAI/Divulgação)
Espaço dos Anjos foi instalado na casa onde o escritor Augusto dos Anjos morou em Leopoldina, na Zona da Mata Mineira (Foto: UAI/Divulgação)
No ano em que se celebra o centenário do livro Eu, única publicação de Augusto dos Anjos (1884-1914), finalmente o poeta paraibano vai receber uma grande homenagem em Minas Gerais.
Depois de passar 15 meses em obras, será aberto hoje o Espaço dos Anjos, em Leopoldina, na Zona da Mata. Ele reúne museu, sala para oficinas de poesia e de pintura, anfiteatro e pub.
O espaço funcionará na casa onde o poeta passou os últimos meses de vida, de junho a novembro de 1914. A residência estava fechada desde 2007, quando faleceu o artista plástico Luiz Raphael Domingues Rosa, que a alugou nos anos 1970. Rafael usou o imóvel como ateliê, mas teve o cuidado de preservar a memória do antigo locatário. Transformou o imóvel em museu informal.
No acervo do Espaço dos Anjos estão alguns pertences do escritor, como o seu convite de casamento com Esther, fragmentos de cartas, fotos e jornais.
MEMORIAL
Rosângela Moreira Lima Costa, secretária de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo de Leopoldina, diz que o Espaço dos Anjos permitirá ao município integrar o seleto grupo de cidades que têm memorial dedicado a um grande nome da literatura brasileira.
“Mesmo tendo morado tão pouco tempo em Leopoldina, é possível que Augusto tenha sido muito feliz aqui, pois, em seus últimos dias, expressava o desejo de ser enterrado em nossa cidade. Temos o mesmo desejo de acolhimento. Por isso, fazemos questão de manter a memória de um poeta como ele. O povo leopoldinense faz parte da história de Augusto dos Anjos”, destaca.
Rosângela diz que a reforma manteve as características do imóvel, construído no início do século passado. Ela chama a atenção para o cuidado que mereceram elementos arquiteturais daquela época. “Entretanto, foi necessária a inserção de algumas informações nas paredes até para que apresentássemos melhor a poesia de Augusto dos Anjos para os visitantes”, explica.
A obra foi orçada em R$ 300 mil, recursos oriundos do ICMS Cultural que o município passou a receber nos últimos anos. O projeto incluiu restauro, ampliação e compra de móveis e equipamentos para o museu.
Foram convidados para a cerimônia de inauguração descendentes do poeta e personalidades do mundo literário, como o escritor e pesquisador Alexei Bueno, autor da edição crítica da Obra completa de Augusto dos Anjos.
No cemitério de Leopoldina, Alexei vai plantar um pé de tamarindo, substituto da árvore que fazia sombra sobre o túmulo do poeta e morreu no começo do ano. Informações: www.museuespacodosanjos.com.br.