Mostrando postagens com marcador Leitura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Leitura. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Passeio pelo livro: entre verbos e substantivos




Não me livro desse livro, 
Porque gosto do seu gosto, 
Daí vivo com o olho vivo 
Nesse livro que não me livro! 

Começo pela orelha, é um começo e tanto... 
Caminho pelo prefácio, é um caminho fácil! 
Dou um passo e passo à frente, 
Dou um pulo e pulo a página. 

Uso a marca, mas, é ele quem me marca, 
Dou o troco, mas não troco, 
Parece cola, por que me cola? 
Leitura larga, minha mão não larga. 

Passeio entre verbos e substantivos, passeio bem instintivo.
Caminho entre preposições e conjunções, caminho cheio de ações.
Vivo entre sujeitos e predicados, vivência com muitos significados.
Encontro adjuntos e objetos, encontro carregado de afetos.

Finalmente termino... Término? Não!
Hora de novo começo, logo começo outro,
Ele me traz conforto, conforto alguém também,
Vivo nova aventura, quem se aventura além?

Não me livro desse livro,
Porque gosto da leitura,
Daí vivo com o olho vivo
No contexto desse livro!


AnaLu 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Ana Maria Machado explica projeto para formar mediadores de leitura em favelas

No Programa do Jô desta segunda-feira, o apresentador Jô Soares entrevistou Ana Maria Machado, a presidente da Academia Brasileira de Letras. A escritora, que já vendeu mais de 18 milhões de livros em todo o mundo, está tendo toda sua obra relançada.
Durante o programa, Ana Maria Machado comentou sobre os projetos de incentivo à leitura da Academia em favelas cariocas. “N ós estamos dando curso para formar mediadores de leitura nas bibliotecas nas UPPs”, explicou.
Segundo a escritora, os cursos oferecidos no projeto têm como objetivo fazer com que as pessoas conheçam livros, aprendam a trabalhar com livros e se tornem auxiliares de bibliotecas.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A evolução da leitura


Descobri que não sei ler. E que talvez, a maioria das pessoas também não saiba. Sei juntar B com A e captar as informações dos textos e livros que leio, mas captar informações é uma coisa, compreendê-las em seu significado, interpretá-las e transformá-las em conhecimento, é outra. Como muitos leitores médios, fui treinada a decorar fatos, datas e não necessariamente entender o contexto por trás deles, ou analisá-los. E no afogamento de dados que vivemos hoje, isso se torna quase impossível. Você se lembra do trecho mais importante de determinado capítulo ou de um artigo? E o que você aprendeu dele?
Como Adler, o autor do livro “How to read a book” ensina, fazemos o que ele chama de leitura passiva. Você abre o livro, vai lendo página por página, e quando acaba você simplesmente acaba.
Você não pára a leitura em nenhum momento para pesquisar mais sobre aquele assunto, ou pelo menos mais do que as páginas contêm.
Você não investiga, você não duvida, você não relaciona um tema com outro.
Você simplesmente lê.
Diferente de falar ou ensinar, escutar e ler podem se tornar ações passivas por não exigirem esforços de aprendizado, apenas um mínimo de atenção.
Pois se nem atenção conseguimos ter hoje, não admira que o formato mais popular da Internet sejam os recursos visuais – como fotos e gifs animados. Ler dá trabalho. E em um mundo em que se confunde informação com conhecimento, para que ler se as respostas estão a um clique no Google? Para que pensar se os algoritmos entendem suas perguntas antes que você termine de digita-las? É preciso ler. É preciso aprender a ler.
Nesse sentido, talvez os meios digitais sejam uma plataforma poderosa para ajudar as pessoas a aprenderem a ler de verdade. Um matéria do The Guardian, cita experimentos recentes que buscam trazer novas formas de interação entre obra literária e leitor, que vão além da apenas adição de recursos previsíveis. Livros interativos que permitem ao leitor explorar mais detalhes da narrativa se tiver vontade ou marcar as seções que não quer ler; livros com trilha-sonora, com localizador GPS, que poderia alterar o trecho do livro conforme sua localização… as opções são muitas e por enquanto vagas, mas podem sinalizar um interessante caminho para manter a escrita e a leitura de qualidade vivas.
O escritor Will Self menciona na matéria as críticas que recebeu por ter feito um livro sem a tradicional divisão por capítulos. Ele respondeu perguntando se por acaso a vida era dividida em capítulos. Da mesma maneira que as tecnologias têm alterado relacionamentos e a forma como nos comunicamos, elas também podem muito bem reinventar as estruturas narrativas atuais. E por que não, torná-las mais interessantes?
Quem sabe em nova forma, clássicos voltem a ser lidos e influenciem uma geração cuja principal forma de leitura diária não costuma passar dos 140 caracteres.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Projeto distribui livros gratuitamente em SP


Por Josilene Rocha, no Metrópolis
‘De mão em mão’ é inspirado em iniciativa colombiana de incentivo à leitura
Todos os dias milhões de pessoas utilizam o transporte público na cidade de São Paulo. Para incentivá-las a aproveitarem parte do tempo gasto no transporte lendo, a Secretaria Municipal de Cultura, a Editora Unesp e a Imprensa Oficial fizeram uma parceria e lançaram a coleção ‘De Mão em Mão’, no início do ano passado. Agora ela já conta com oito títulos, dentre os quais coletâneas de contos de nomes como Machado de Assis e Antônio de Alcântara Machado.
A iniciativa é inspirada na colombiana ‘Libros al Viento’ e segundo José Castilho, presidente da Editora Unesp, ela já distribuiu cerca de 90 mil exemplares.
“A nossa metodologia é simplesmente oferecer o livro. A pessoa pega o livro com o compromisso de passar, depois de lido, para alguém. E esse alguém deve passar para outro alguém. Ou seja, é literalmente de mão em mão”, explica Castilho. Para adquirir um volume não é necessário dar nenhum dado, basta comparecer a um dos quatro postos de entrega, que ficam em terminais de ônibus da capital.
Caso a pessoa não queira dar o livro diretamente para alguém, há também a possibilidade de devolvê-lo em um dos postos. Mas a maioria opta pela primeira opção: “É muito bonito ver a pessoa pegar o livro e assumir o compromisso de passar. Porque não é com a gente que ela assume o compromisso: ela assume com a comunidade de leitores”.
Na hora de selecionar os títulos, alguns dos cuidados são: ter livros curtos, de fácil entendimento e com temas de interesse geral. “Não precisa ser intelectual para ler”, garante Jézio Hernane, editor-executivo da Editora Unesp. Outro critério para a maioria dos volumes é que o espaço da narrativa seja a própria cidade de São Paulo.
Confira o vídeo sobre o projeto: De Mão em Mão – Metrópolis 23/01/2013
Pontos de retirada:
Terminal Mercado
Avenida do Estado, 3350 – Centro
Terminal Pirituba
Avenida Dr. Luís Felipe Pinel, 60 – Pirituba
Terminal Santo Amaro
Avenida Padre José Maria, 400 – Santo Amaro
Terminal Vila Carrão
Avenida Dezenove de Janeiro 884 – Vila Carrão
De segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, e aos sábados das 10 às 18h.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Leitura: livre arbítrio


Muitas opções, para que dentre elas possam se fazer escolhas, conforme o gosto e o contexto de cada um.




Haverá uma leitura que chame a atenção, quer seja pelo conteúdo, pelo autor, pela indicação, pela badalação, pelo texto em si, pelas imagens... ou pela simples curiosidade.




Daí outras escolhas virão, pois uma coisa leva a outra, ou melhor, uma leitura leva a outra leitura, ou melhor ainda, uma coisa leva a mesma coisa - leitura leva a leitura, daí não se sai mais desse círculo virtuoso, entra-se em um túnel sem fim, porque sempre haverá a vontade de conhecer mais, é comum da mente humana e, se isso começa cedo, melhor ainda.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Moradores de reassentamentos conquistam incentivos para a leitura


Por Portal Rondônia
Os moradores dos reassentamentos São Domingos, Riacho Azul e Santa Rita estão conhecendo novas histórias, adquirindo novos conhecimentos e ampliando seus horizontes por meio da leitura. É o programa Arca das Letras que chegou esta semana aos reassentamentos como uma das ações parceiras da comunidade, Emater e Santo Antonio Energia.
O programa Arca das Letras, implantado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, amplia o acesso à leitura no meio rural através de bibliotecas comunitárias com acervos de cerca de 200 livros que incluem títulos da literatura brasileira e estrangeira, material didático, publicações técnicas e histórias em quadrinhos. Os livros são colocados em um móvel, chamado de arca, que é levado para a casa de um morador da comunidade que fica responsável pelo empréstimo e pela manutenção das obras. Este morador é o Agente de Leitura, escolhido pela comunidade e capacitado durante um treinamento de oito horas.
No reassentamento São Domingos, na margem esquerda do rio Madeira, onde vivem 22 famílias, o agente de leitura é o agricultor Cristiano Fernandes, de 33 anos. Casado e pai de 5 filhos, Cristiano cultiva macaxeira, maracujá e pimenta. Agora, será responsável também por cuidar do empréstimo dos livros para a comunidade. “O móvel com os livros vai ficar na sala da minha casa. Ler, nos permite viajar por outros mundos e nos dá novos conhecimentos. Aliás, o conhecimento é uma coisa que ninguém nos tira e que fica para sempre em nossas vidas”, declara.
A presidente da Associação dos Produtores Rurais do Riacho Azul, Neuraci Monteiro, de 54 anos, também estava radiante com a chegada do programa na comunidade. No Riacho Azul, também na margem esquerda, vivem 38 famílias. “Estou muito feliz. Estes livros ajudarão muito, principalmente as crianças que poderão desenvolver o hábito da leitura desde pequenininhas”, afirma a agricultora.
A analista Socioambiental da Santo Antônio Energia, Marta Silveira, explica que a concessionária, em parceria com a Emater, viabilizou a implantação do programa nos reassentamentos que demonstraram interesse em participar. “As pessoas têm direito às políticas públicas e temos boas políticas públicas no país, como é o caso do programa Arca das Letras. Com mais conhecimento, as pessoas ficam mais instruídas e críticas e seu universo fica bem mais amplo”, afirma.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Livro Solidário chega aos pacientes da Santa Casa de Misericórdia


Da Redação
Agência Pará de Notícias
Rodolfo Oliveira/Ag. Pará
Os presidentes da Impresa Oficial, Cláudio Rocha, e da Santa Casa, Eunice Begot: parceria para assegurar um atendimento mais humanizado ao paciente
Rodolfo Oliveira/Ag. Pará
Cerca de 650 livros e revistas foram entregues nesta quarta-feira (21) à fundação, dentro do projeto Livro Solidário, coordenado pela Imprensa Oficial
Rodolfo Oliveira/Ag. Pará
Os carrinhos de leitura levam aos pacientes internados na Santa Casa livros e revistas, incentivando o hábito de ler e contribuindo para o tratamento

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Catadora cria biblioteca com obras encontradas no lixo no interior de SP

AUGUSTO FIORIN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO


A catadora de recicláveis Cleuza Aparecida Branco de Oliveira, 47, sempre cultivou o sonho de ter uma biblioteca em sua casa, em Mirassol (455 km de São Paulo). Apaixonada por leitura, queria poder emprestar livros a pessoas sem condições de comprá-los.

De tanto ver obras jogadas no lixo de escritores como Machado de Assis, José Saramago e Érico Veríssimo, Cleuza, então semianalfabeta, passou a lê-las e pôde, neste ano, realizar seu sonho.

Foi guardando livros e inaugurou a biblioteca não em casa, mas na associação de catadores, da qual participa, localizada no centro de triagem do lixo.

O acervo já conta com 300 títulos. Criado e administrado por 11 catadores, o espaço tem um canto de leitura, uma brinquedoteca, uma área para discos, brechó e, claro, os livros.

Augusto Fiorin/Folhapress
A catadora de recicláveis Cleuza Branco de Oliveira, 47, lê obra na cooperativa de Mirassol
A catadora de recicláveis Cleuza Branco de Oliveira, 47, lê obra na cooperativa de Mirassol, no interior de SP

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

A arte da leitura: como ler melhor




Luiz CarreiraA arte da leitura: como ler melhor
A Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) promove no dia 23 de outubro, terça-feira, às 17 horas, no auditório da instituição, a palestra A arte da leitura: como ler melhor, com o professor Luiz Augusto Carreira. O evento integra a série de encontros do projetoCiclo de Conferências da BNB, que acontece sempre na última terça-feira do mês. A entrada é gratuita e as inscrições devem ser feitas pela internet.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Maioria dos brasileiros não têm hábito de ler para crianças


Embora 96% da população afirme reconhecer a importância do incentivo à leitura, só 37% leem para os pequenos, diz pesquisa da Fundação Itaú Social

Crianças no ponto de leitura da comunidade Caracol, complexo da Penha, no Rio de Janeiro
Crianças no ponto de leitura da comunidade Caracol, complexo da Penha, no Rio de Janeiro (Eduardo Martino/Documentography)
Incentivar crianças de até 5 anos a gostar de ler é visto como importante ou muito importante para 96% dos brasileiros. Nove em cada dez pessoas acreditam que o estímulo à leitura deveria ser ao menos semanal. Contudo, apenas 37% tomam a responsabilidade para si e afirmam ler para os pequenos. Os dados fazem parte de uma pesquisa sobre hábitos de leitura, realizada pela Fundação Itaú Social em parceria com o Instituto Datafolha, divulgada nesta terça-feira. 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O Livro, a Leitura


.
Para tratar do Livro –‘instituição’ bibliográfica, produto industrial-comercial, e objeto (elitista) de consumo intelectual – e de Leitura — vetor de formação intelectual, instrumento\ferramenta basilar da Educação, e atividade de lazer cultural – há obrigatoriamente de se reportar aos cinco elementos, aqui apreciados: a livraria (ainda que ‘sacralizada’), a bienal (queira-se ou não, sempre pólo ou ‘marco’ regulatório do mercado livreiro), a editora (mesmo ‘atada’ a modelos convencionais e relutante ao insofismável), a biblioteca (até quando não prestigiada, carente, insuficiente, deficiente?), e… a mídia digital (realidade inelutável, e eficaz, do mundo contemporâneo).
Todos  a necessitarem e\ou  proporem novas formas, formatos, modelos e sobretudo conceitos.
.
A recente Bienal do Livro de São Paulo, 2012, pareceu a muitos “esvaziada”,  nem tanto pelo afluxo de público (estatísticas, confiáveis ou não, apontam recordes de frequência, mormente em seu último fim de semana), e sim por parte e no seio do próprio meio editorial-livreiro, haja vista p. ex. a ausência de grandes editoras, sob argumentação de “custos exorbitantes” e “parcos resultados” — vale dizer, relações custos-benefícios passam a ser econometricamente avaliados (eu, em muitos anos de atividade em editoras nunca vira tão rigorosa preocupação: muito bom isso agora).
‘Esvaziamento’, no entanto, ditado menos por elementos quantitativos e mais,muito mais, por vetores conceituais: é crescente o pensamento – crítico — quanto ao tradicional “modelão”, ou “formatão” (assim são definidos pelos profissionais do ramo) da Bienal do Livro, ao mesmo tempo em que as atenções se voltam cada vez mais para os eventos regionais, essa profusão (benéfica,sustento eu) de festas e feiras pelo país: Belém, Fortaleza,Recife,Ouro Preto, Paraty, Porto Alegre, Passo Fundo (estas duas últimas bastante tradicionais, já de longa data). Persiste mesmo o intento, entre editores, livreiros e profissionais do setor, de fortalecimento e incremento a esses eventos regionais, os quais — tanto por suas próprias concepções como pelas efetivas programações realizadas até aqui — têm oferecido os elementos de uma presente reflexão conceitual sobre a Bienal: constituir-se menos em cenário de venda e exposição de livros e mais de  incentivo a leitura – o que,de resto, as feiras regionais com efeito oferecem; e que faz parte das proposições preconizadas pelos intentos de reformulação conceitual da Bienal, traduzida por maior incidência de painéis,mesas redondas, debates e oficinas em torno da literatura, do livro e da leitura. (duas semanas após o encerramento da Bienal, foi constituída uma comissão de editores, sob a égide da Câmara Brasileira do Livro, para estudar o assunto e talvez definir os rumos da grande feira).

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Embrapa lança edital para estimular projetos de leitura e de inclusão produtiva entre jovens e agric


O edital prevê a distribuição de mais de 21 mil publicações
Iniciativa conjunta entre a Embrapa Informação Tecnológica (Brasília, DF) e os Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do Desenvolvimento Agrário (MDA) lança edital para selecionar projetos de incentivo à leitura e à inclusão produtiva de jovens rurais e agricultores familiares, por intermédio das Minibibliotecas. Com inscrições abertas até 19 de outubro, o edital prevê a seleção de 175 projetos que apresentem propostas para duas linhas temáticas, incentivo à leitura e capacitação e inclusão produtiva no meio rural. Cada projeto selecionado receberá uma Minibiblioteca contendo um kit expositor, livros, cartilhas, vídeos e CDs produzidos pela Embrapa e que totalizam 21 mil exemplares de publicações impressas, 12 mil vídeos e 28 mil áudios com informações sobre práticas agrícolas sustentáveis, meio ambiente, segurança alimentar e agroindústria familiar.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Um projeto de leitura: a biblioteca vai à sala de aula


O carrinho de leitura circula por todas as salas da escola. Mesmo que não saibam ler, os alunos precisam entrar em contato com textos diariamente.

Na Escola Maria Aparecida, há um projeto de leitura, que envolve várias ações para despertar nas crianças o hábito de leitura. Uma dessas ações é o incentivo ao uso da sala de leitura para pesquisas e empréstimos de livros.

Hoje, contamos com uma profissional que trabalha nesse espaço, mas, em 2008, quando me tornei coordenadora dos anos iniciais do Ensino Fundamental, a escola não contava com uma pessoa para que a biblioteca funcionasse todos os dias de manhã e à tarde. Então, resolvi levar a sala de leitura para as classes.
Não bastaria levar só livros, mas sim, diferentes portadores de textos, ou seja, gibis, revistas, jornal, entre outros. Os acervos para leitura nós tínhamos e eles chegam à escola via Programa Ler e Escrever da Secretaria de Estado da Educação e via Programa Nacional Biblioteca na Escola da FNDE.

sábado, 1 de setembro de 2012

Projeto “Lê pra mim?” incentivou a leitura infantil em Belém


Por Agência Pará de Notícias
De 22 a 26 de agosto, a orla da Estação das Docas respirou literatura durante a realização do projeto “Lê pra mim?”. Pela primeira vez na região Norte, o projeto possibilitou crianças terem contato com a leitura voltada para o público infantil. Cerca de 25 instituições, divididas entre escolas públicas e entidades sociais, foram contempladas. Idealizado pela atriz Sônia de Paula, com apoio dos Correios, o “Lê pra mim?” contou com a participação de vários artistas e jornalistas engajados nesse ideal pela prática da leitura.
A atriz paraense Rosamaria Murtinho foi a primeira convidada a ler contos infantis para as crianças belenenses. “As crianças estavam interessadas e me rodearam para saber mais sobre a história que acabara de contar a eles. Ser paraense e estar neste ambiente aberto, claro e lindo como a orla da Estação das Docas, é uma experiência muito boa”, disse a atriz após a contação de história.
Atores, jornalistas, cantores e outros artistas contaram histórias infantis para as crianças, entre eles Gaby Amarantos, que levou o filho Davi, de 3 anos, para acompanhar a contação, Lia Sophia, Adriano Barroso, Carlos Correa Santos e Adelaide Oliveira. Segundo a coordenadora do comitê gestor do Pro Paz, Izabela Jatene, “temos que perpetuar essa ideia genial. A Estação das Docas é um dos espaços mais bonitos que temos na cidade e com a possibilidade de agregar valores históricos à educação, através da literatura. Isto é muito significativo para a população, principalmente para as crianças”, ressaltou Izabela.
“Fazer este evento na Estação das Docas é um sonho realizado. Agradecemos a todos que nos receberam de braços abertos aqui em Belém e abraçaram a nossa causa, de levar a literatura às crianças da cidade. Temos a certeza que plantamos uma semente e o Pará tem a fertilidade necessária para que ela brote”, comentou a idealizadora do projeto Sônia de Paula. O projeto “Lê pra mim?” valorizou, ainda, os autores da terra. Mil exemplares da obra da escritora Mirian Hanna Daher foram adquiridos pelo projeto e distribuídos às crianças que participaram das contações de histórias.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Ler com regularidade é benéfico para a saúde


Por: Boas Notícias
São cada vez mais as evidências de que ler faz bem à saúde. Estudos realizados por diferentes instituições de ensino superior internacionais revelam que os benefícios vão desde a memória e do aumento da plasticidade do cérebro à melhoria das relações interpessoais e da empatia, passando, até, pela redução da pressão arterial.
De acordo com jornal Daily Mail, o debate acerca da importância da leitura reacendeu-se graças a um estudo recente da Universidade da Califórnia, nos EUA, destinado a publicação na revista científica Archives of Neurology.
A investigação em questão mostrou que o desenvolvimento de atividades que estimulam o cérebro, nomeadamente a leitura diária desde tenra idade, pode ajudar a prevenir a doença de Alzheimer, inibindo a formação das placas amilóides, proteínas encontradas nos pacientes que sofrem do problema.
Os cientistas analisaram o cérebro de adultos saudáveis com idade igual ou superior a 60 anos e sem sinais de demências, concluindo que aqueles que levavam a cabo atividades como a leitura, o xadrez ou a escrita desde os seis anos de vida mostravam níveis muito baixos destas placas e, consequentemente, menor risco de desenvolver a doença.
Vantagens começam nos primeiros anos

Biblioteca Nacional lança Prêmio Vivaleitura 2012


Por Agência FAPESP
A Fundação Biblioteca Nacional lançou a sétima edição do Prêmio Vivaleitura. Em 2012, a iniciativa oferecerá R$ 540 mil em dinheiro a instituições comprometidas com o fomento à mediação da leitura em todo o território nacional e a valorização do hábito de ler na conquista da cidadania plena.
O prêmio tem inscrições abertas até 29 de setembro. O Vivaleitura é dividido em três categorias. Em “Bibliotecas públicas, privadas e comunitárias” concorrem experiências desenvolvidas em bibliotecas de acesso público sem ligação com instituições de ensino.
A categoria “Escolas públicas e privadas” envolve trabalhos realizados em colégios públicos e particulares sob responsabilidade de professores, diretores, bibliotecários ou coordenadores.
Bibliotecas ligadas a faculdades ou universidades juntam-se a ONGs, pessoas físicas e instituições sociais em “Sociedade”, categoria que avalia iniciativas formais ou informais executadas na área da leitura por cidadãos vinculados a ONGs e instituições sociais.
A comissão selecionará 18 projetos finalistas a serem contemplados com diploma e troféu Vivaleitura. Os seis vencedores de cada categoria receberão prêmios no valor de R$ 30 mil. Além disso, as iniciativas indicadas para a Menção Honrosa “José Mindlin” ganharão diploma e medalha.
A cerimônia de premiação ocorrerá em dezembro. O Prêmio Vivaleitura é uma realização da Fundação Biblioteca Nacional, com a coordenação e execução da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), em conjunto com o Ministério da Educação, em parceria com a Fundação Santillana, a Fundação Banco do Brasil, o Conselho Nacional de Educação e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação.
Mais informações e inscrições: www.premiovivaleitura.org.br  

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Bibliotecária desenvolve projeto de incentivo à leitura


Durante o mês de agosto, a bibliotecária da Escola Municipal Florêncio Rodrigues Nunes, Andrêsa Dorneles, desenvolveu o projeto


Bibliotecária desenvolve projeto de incentivo à leitura
Durante o mês de agosto, a bibliotecária da Escola Municipal Florêncio Rodrigues Nunes, Andrêsa Dorneles, desenvolveu o projeto "Correio Literário”, que busca incentivar a leitura na instituição.

O projeto é desenvolvido através do livro “O Segredo da Lagartixa”. Desta forma, alunos 1º ao 5º ano foram caracterizados como os personagens da história e, enquanto a bibliotecária narrava o texto através de xilogravuras, os alunos foram encenando os acontecimentos.

Após todas as turmas serem atendidas pelo projeto, a bibliotecária selecionou os alunos que melhor desempenharam seus papéis para que realizassem uma encenação para os alunos do 1º e 2º períodos. 

    sexta-feira, 24 de agosto de 2012

    Livro, Leitura e Literatura lidera inscrições


    Novo prazo para Colegiado e CNPC vai até domingo
    O Ministério da Cultura deu prazo até domingo (26/08) para a inscrição de quem quiser participar, como eleitor ou candidato a delegado dos fóruns estaduais e nacional para escolha dos novos membros do Colegiado do Livro, Leitura e Literatura e do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC), órgãos responsáveis no MinC pelas políticas públicas da área. De todos os colegiados, o setorial do Livro, Leitura e Literatura foi o que mais recebeu inscrições ao longo do período: 696 eleitores inscritos e 98 candidatos. Mas ainda há vagas para candidatos e alguns estados não têm número suficiente de eleitores e candidatos inscritos para eleger seus representantes no Setorial. (veja tabelas aqui).
    Para se inscrever, acesse o link www.cultura.gov.br/setoriais.
    Pode se inscrever qualquer pessoa acima de 18 anos que atue há pelo menos três anos nas áreas de literatura, bibliotecas, promoção da leitura e mercado editorial. Cada estado elegerá até seis delegados para os Fóruns Estaduais, de onde sairão os representantes para o Fórum Nacional Setorial, onde serão eleitos os novos membros do Colegiado. O CNPC é o responsável por acompanhar a execução do Plano Nacional de Cultura (PNC) e orientar os investimentos do Fundo Nacional de Cultura, enquanto que o Colegiado setorial acompanha o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL).
    Divulgue e ajude a construir e fiscalizar as políticas do livro, leitura, literatura e bibliotecas no Brasil!
    Para mais informações:
    Fundação Biblioteca Nacional (FBN/MinC)
    Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB)
    Telefones (61) 2024-2630