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sexta-feira, 17 de maio de 2013

1ª JORNADA DE INFORMAÇÃO ELETRÔNICA: onde encontrar, como acessar


Entre os dias 21 e 22 de maio acontecerá simultaneamente nos auditórios da Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM), da Escola de Ciência e Tecnologia (ECT) e no Auditório do Centro de Ciências da Saúde (CCS) a “1ª Jornada de Informação Eletrônica: onde encontrar, como acessar”.

O evento, que é uma iniciativa da BCZM, integra a programação alusiva às comemorações dos seus 54 anos. Visa oferecer à comunidade universitária ampla oportunidade para conhecer e entender os caminhos para chegar à informação eletrônica. Para tanto acontecerão, nesses dois dias, apresentações em diferentes bases de dados, proferidas por representantes de editoras eletrônicas, bibliotecários e pesquisadores, realizadas em locais distintos para atingir docentes, discentes e pesquisadores de todas as áreas.

No dia 21, terça-feira, acontecerá no Auditório do CCS (antigo Auditório da  Faculdade de Farmácia) as apresentações da Up to Date, as novas funcionalidades do Portal de Periódicos CAPES; as bases SCOPUS, PUBMED, Best Practice (especializada em saúde baseada em evidências), Micromedex  e Primal Pictures, essa última base especialmente voltada para informações, imagens e recursos como slides e visualizações tridimensionais da anatomia humana. A programação será repetida no dia seguinte, 22 de maio, na mesma hora e local.

Na mesma terça, 21 de maio, também acontecerá no auditório de BCZM, da 8h às 12 horas, as demonstrações das funcionalidades atualizadas do Portal de Periódicos da CAPES, das bases National Geografic e Primal Pictures. A tarde acontecerá a divulgação da nova modalidade de acesso ao Portal Capes através da Comunidade Cafe. Na sequencia, representantes das editoras de livros eletrônicos Dot.LIb, Ebsco e Proquest apresentarão seus produtos e opções de acesso às informações eletrônicas que poderão passar a compor os acervos do Sistema de Bibliotecas.
A programação do dia 22 está voltada para Ciência e Tecnologia.  Ela acontecerá apenas pela manhã, das 8:00 às 12:30 com as apresentações das bases da ASTM (American Society for Testing and Materials), ICE (Institution of Civil Engineers) e Scinfinder, no auditório F (Térreo) da Escola de C & T.


Esclaremos que, para a obtenção de certificados faz-se necessário a inscrição na Jornada e nos mini eventos.
Maiores informações: 3215 3841 / 3856 – Secretaria da BCZM

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Palestra sobre Acesso à Informação Pública na UFPB

O Prof. Dr. Isidoro Gil Leiva, da Universidade de Murcia, irá proferir a palestra “El acceso a La información pública: estudios de casos de Brasil, España y Portugal", no dia 02 de abril, às 19h no Auditório 211 do CCSA/UFPB.

Ler mais: http://www.deolhonaci.com/news/palestra-sobre-acesso-%c3%a0-informa%c3%a7%c3%a3o-publica-na-ufpb/

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O Senado e os incentivos à aquisição de livros


OSN

acesso à informação e ao conhecimento é essencial para induzir o desenvolvimento social e econômico. Lembre-se que, dentre as metas do milênio, definidas pelas Nações Unidas e aprovadas pelos 189 países membros em 2000, está a necessidade de fomentar a educação e o ensino básico, de maneira a ampliar o acesso das pessoas aos benefícios das novas tecnologias
.
No Brasil, podemos citar iniciativas nessa direção, como a do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), na promoção do “acesso aberto” ou “livre” à produção científica. Além disso, o Portal Domínio Público, do Ministério da Educação (MEC), disponibiliza textos e teses acadêmicas. Cita-se ainda a política da Coordenadoria de Aperfeiçoamento do Ensino Superior (CAPES), de tornar disponível na Internet as novas teses e dissertações produzidas no Brasil.

No âmbito dessas ações de ampliar o acesso ao conhecimento, o Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) apresentou o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 549, de 2011, para permitir a dedução de despesas com aquisição de livros técnicos diretamente afeitos à profissão do contribuinte. A referida proposição já teve parecer aprovado na Comissão de Educação Cultura e Esporte (CE) e está pronta para a pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), nesta última em caráter terminativo.

Segundo justificativas do autor, no Brasil, além de esses livros serem considerados caros, se comparados ao poder aquisitivo médio da população brasileira, outros fatores influenciam para elevar os preços, como o custo dos insumos e problemas relativos à logística de distribuição.

De fato, isso restou demonstrado pelo trabalho denominado O mercado de livros técnicos e científicos no Brasil: subsídio público e acesso ao conhecimento, do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação, da Universidade de São Paulo (GPOPAI-USP).Segundo o documento, os custos ano de 10 cursos de graduação variam de 3.344,75 até 5.810,46. A pesquisa revela também que a maioria dos alunos, possui renda familiar mensal inferior a 5 mil reais, e, portanto, a compra de todos os livros comprometeria a renda familiar mensal de 90% dos estudantes.

Ao tramitar na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), o parecer do Senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) corrigiu a ementa do projeto, para incluir os incentivos aos livros didáticos, conforme já estava previsto no texto do PLS.

Na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), o PLS nº 549, de 2011, está sob a relatoria do Senador Cyro Miranda (PSDB-GO). Seu relatório, que aguarda votação, evidencia que o projeto, além de incentivar a disseminação de conhecimentos, acaba favorecendo a produção, o investimento e a geração de emprego e renda, compensando a renúncia de receita tributária, resultante da dedução no imposto sobre a renda.

Importante destacar que, em razão dessa renúncia de receita, o projeto prevê, no seu artigo 2º, a obrigatória estimativa dessa renúncia, conforme exigido pela Lei Complementar nº 101, de 2000, a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Como se observa, trata-se de proposição que procura estimular, pela via tributária, o acesso aos livros técnicos e didáticos, tema que, no debate qualificado do Senado, poderá contar ainda com a participação dos formuladores e executores das políticas de educação, ciência e tecnologia, bem como de representantes da área fiscal.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Conhecimento livre


Pesquisadores de várias áreas do conhecimento, bibliotecários e especialistas em ciência da informação reuniram-se no final de outubro em eventos realizados em mais de uma centena de países para discutir os rumos do acesso aberto, expressão que engloba um conjunto de estratégias para difundir a produção científica de forma livre e gratuita por meio da internet. As discussões da 6ª Semana do Acesso Aberto, iniciativa de uma aliança internacional de bibliotecas universitárias, abordaram temas como a influência das plataformas digitais no modo de fazer ciência, mas também foram marcadas por um avanço alcançado recentemente. Em julho, um anúncio feito pelo governo do Reino Unido estabeleceu que, a partir de 2014, todos os artigos científicos que resultarem de pesquisa financiada com recursos públicos deverão estar disponíveis gratuitamente em meios eletrônicos. Significa dizer que ninguém terá de pagar para ter acesso a papers de pesquisadores britânicos financiados por agências governamentais.

A iniciativa do Reino Unido é um marco pela magnitude da produção científica do país: quase 8% de todos os artigos publicados no mundo por ano, segundo a base de dados Thomson Reuters. A experiência poderá alterar padrões internacionais para o acesso aberto, que hoje é dividido em duas vertentes principais. Uma delas é a chamada “via dourada” (golden road),em que as próprias revistas oferecem o acesso gratuito a seu conteúdo. São típicas dessa estratégia as revistas da Public Library of Science (PLoS) ou a coleção de periódicos da biblioteca SciELO Brasil, um programa financiado pela FAPESP. A segunda vertente é conhecida como “via verde” (green road). Nessa modalidade, o pesquisador arquiva no banco de dados de sua instituição uma cópia de seus artigos científicos publicados numa revista comercial. Quem quiser ler o artigo sem pagar pode recorrer a esses repositórios. Surgiram outras variantes. Algumas publicações permitem que os autores depositem cópias de seus artigos em repositórios, mas exigem que a divulgação só seja feita de seis meses a um ano após a publicação, para preservar seus ganhos nesse período inicial. Outras abrem mão do embargo e divulgam artigos na internet até mesmo antes da publicação da revista em papel – mas cobram uma taxa adicional do autor para fazer a divulgação livre e antecipada. O modelo foi batizado de acesso aberto híbrido, pois as publicações divulgam tanto artigos em acesso aberto, num esquema típico da via dourada, como papers no modelo convencional, exigindo dos leitores o pagamento de taxas ou assinaturas.

Atualmente, mais de 20% dos resultados de pesquisa no mundo são publicados em regime de acesso aberto – no Reino Unido esse quinhão chega a 35%. O padrão da via verde é mais comum: com exceção da área médica, há mais artigos disponíveis em repositórios do que em revistas de acesso aberto (ver quadro na página 38). A iniciativa do Reino Unido pode, contudo, mudar essa tendência. O Comitê Finch, que propôs estratégias para a comunicação científica britânica, sugeriu prioridade na adoção da via dourada, pagando mais para que as revistas divulguem os artigos em acesso aberto. Com isso, os repositórios institucionais da via verde, que são bastante usados pelos pesquisadores britânicos, poderiam enfraquecer seu papel de divulgadores da ciência publicada em revistas comerciais.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Arquivos, Direitos Humanos e Acesso à Informação


Venho convidá-las/os para a palestra da Dra. Perrine Canavaggio, intitulada “Arquivos, Direitos Humanos e Acesso à Informação”,  no dia 9 de novembro, às 15.30 hs, no Auditório Paulo Freire do Centro de Ciências Humanas e Sociais da UNIRIO (Avenida Pasteur, 458, Urca).

Dra. Perrine Canavaggio é Conservadora Geral Honorária do Patrimônio do Ministério da Cultura da França. Foi Chefe do Serviço de Arquivos da Presidência da República de 1974 a 1994 e Diretora Adjunta dos Arquivos da França entre 1995 e 1996.

Ocupou os postos de Secretária-Geral Adjunta do Conselho Internacional de Arquivos  (ICA) de 2002 a 2009 e Secretária da Conferencia Internacional Mesa Redonda dos Arquivos (CITRA) de 2000 a  2008. Presidiu, de 2003 a 2008, o grupo de trabalho Arquivos e Direitos Humanos do Conselho Internacional de Arquivos. Desde 1980 publicou diversos artigos sobre  arquivos políticos (arquivos presidenciais,  de gabinetes ministeriais e de partidos políticos) em diversas revistas internacionais.É coautora com Alexandra Balafrej do estudo para a Unesco, “Vers un droit d’accès à l’information publique au Maroc”.

A palestra da Dra. Perrine Canavaggio será em espanhol. Serão debatedores os Professores Dra. Beatriz Kushnir (Diretora do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro) e Dr. João Marcus Figueiredo Assis (Dep. de Estudos e Processos Arquivísticos da UNRIO).

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Livre acesso ao conhecimento ganha força no Brasil


Por Cesar Baima
RIO – O conhecimento move o mundo, mas muitas vezes o acesso a ele está impedido por barreiras como as chamadas paywalls, que restringem o acesso à íntegra de estudos publicados em alguns dos principais periódicos científicos do mundo, como as revistas “Science” e “Nature”, apenas para assinantes. Nos últimos anos, no entanto, cresce a adesão de algumas das maiores instituições de ensino e pesquisa do planeta ao livre acesso, com a criação de repositórios digitais com o conteúdo completo de artigos inéditos ou já publicados nestes periódicos.
Desde a última terça-feira a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tornou-se a primeira grande instituição brasileira a se juntar a esse movimento – do qual fazem parte nomes como as universidades de Harvard e Cornell e o Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), nos EUA -, com a entrada em vigor de portaria assinada pelo seu diretor, Antônio Ivo de Carvalho. Pelos termos da iniciativa, pesquisadores, docentes, discentes, funcionários, colaboradores, contratados e demais pessoas vinculadas à escola devem arquivar no repositório da instituição um arquivo completo dos textos e estudos que produzirem, além de cederem os direitos para sua divulgação, tradução e uso não comercial.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Bibliotecas Accesibles : hacia un perfil de usuario inclusivo


Este post es el tercero que se presenta con el tema de Bibliotecas accesibles, y en este caso particular, referido a los usuarios.
Los usuarios son y serán nuestra razón de ser como bibliotecarios, como profesionales y gestores de información. Desde los comienzos de nuestros estudios hemos visto la importancia y relevancia que tiene dentro de nuestra labor la conformación de un perfil de usuario. Siempre nos han recalcado, el valor de conocer al usuario, sus necesidades y de esta forma, satisfacer, más eficazmente sus necesidades de información.
Como profesionales de la información, en nuestro quehacer diario, en nuestra experiencia en los servicios de información (cualquiera que sea) hemos podido vivenciar todo lo antes aprendido de forma teórica, y hemos podido aplicar los perfiles, estudios y capacitación de usuario. Pero hoy quiero ir un poco mas allá, y proponerles una concepción más amplia de nuestro trabajo para  ocuparnos de la integración e inclusión de todos los usuarios a nuestro servicio.
usuarios
Hacia un perfil inclusivo - posibilidades individuales de acceso a la información
Elias Sanz Casado (1993) define usuario como
“…aquel individuo que necesita información para el desarrollo de sus actividades…” 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Curso de Capacitação Virtual sobre a Lei de Acesso a Informação (Lei 12.527 / 2011)


Estão abertas as inscrições para a 3ª Edição do Curso Virtual sobre a Lei de Acesso à Informação.

A partir do dia 10 de julho, a Controladoria-Geral da União (CGU) promoverá a 3ª edição do Curso de Capacitação Virtual denominado "Rumo a uma cultura de acesso à informação: a Lei 12.527/2011", em continuidade às suas ações de sensibilização e treinamento para a implementação da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Trata-se de um curso básico, cujo objetivo é informar e conscientizar todos os servidores e empregados públicos federais, independentemente da área que atuam, sobre o que é a Lei de Acesso à Informação, sua
importância e impacto que trará para o cotidiano da administração pública brasileira. O conteúdo está estruturado em 02 Módulos de estudo, com carga horária estimada total de 10 horas, e aborda o marco teórico conceitual da Lei, traz noções sobre cultura de transparência e acesso à informação e detalha o próprio conteúdo da norma, com os aspectos de sua regulamentação no Poder Executivo Federal. O Curso, portanto, não traz aprofundamento sobre questões operacionais de interesse daqueles que trabalham no SIC.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Informação pública e as bibliotecas, artigo de Luís Milanesi


Luís Milanesi é doutor em ciências da comunicação e professor de biblioteconomia na Universidade de São Paulo. Artigo publicado na Folha de São Paulo de hoje (2).

"É letra morta?", perguntou-se depois que a Lei de Acesso à Informação entrou em vigor. A expressão vai das resistências dadas pelo mandonismo político que embaralha o público com o privado à exequibilidade da lei por falta de ferramentas adequadas. Se houver o desejo de saber, como proceder para ter a resposta?

Prestar informação é difícil quando não existe a infraestrutura necessária para isso, como não é possível escoar a produção agrícola sem boas estradas. Esse déficit de meios para informar não poderá ser resolvido em curto prazo, principalmente porque informação pode ser percebida como menos necessária que o feijão.
 

domingo, 1 de julho de 2012

Governo eletrônico e redes sociais: informação, participação e interação


Cordeiro Antonio, Cláudia S. F. Martins, Nilton Bahlis dos Santos, Rodrigo Vieira Ribeiro, Thiago Petra

Resumo

A nova Lei de Acesso a Informação dá um importante passo para a transparência e controle dos governos por parte da população ao inverter a mão e transformar a transparência em regra e o sigilo em exceção. Mas a consolidação de suas intenções só ocorrerá com a ampliação efetiva de canais de participação e colaboração criando um fluxo de relações que se extenda do interior ao exterior do aparato governamental, e vice e versa. As redes sociais oferecem um caminho para isso, reposicionando a discussão do governo eletrônico, dos dados abertos e do software livre. Nesse momento inicial de sua implementação é importante observar como organizações complexas como a Fiocruz se comportam face a esse desafio.

Palavras-chave: Acesso à informação; transparência; governo eletrônico; software livre; redes sociais

Texto Completo: http://www.reciis.cict.fiocruz.br/index.php/reciis/article/view/604/1035


terça-feira, 19 de junho de 2012

UFRN: acesso à informação e mais satisfação à sociedade


Sirleide Pereira*

Considerada “um grande avanço para a cultura do acesso à informação” mas vista, por outro ângulo, como 
uma ingerência na intimidade das pessoas, a Lei n. 12.527, de 18 de novembro de 2011, da Presidência da 
República, instaura o debate na sociedade sobre o acesso à informação como uma condição para o 
aprofundamento da democracia brasileira.
Cumprir o direito do cidadão brasileiro à informação, previsto no art. 5º, inciso XXIII da Constituição Federal, 
ainda parece utópico em um país como o nosso, porque não se vê, ainda, a informação como “bem” social.
 Mas, não se pode negar que pesa nessa balança o fato de lidarmos com os resquícios do silêncio e do sigilo
, herança cultural do regime político militar, que durou 21 anos.